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O CURRÍCULO ESCOLAR, A ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E A EVASÃO NAS SALAS DE AULA



Sueli Regina de carvalho
R.A:907105603


RESUMO

O presente artigo traz uma discussão sobre os currículos escolar da Educação de Jovens e Adultos - EJA e o relato donúmero de analfabetos em nosso país. Por não ser tão divulgado, as questões curriculares de e o número de analfabetos é um número muito grande, são milhões de analfabetos entre jovens, adultos e idosos. Este cenário é bem antigo e não se acha uma solução para os analfabetos. Os educadores não sabem que fazer com o educando em sala de aula, não sabem o que ensinar e para que ensinar, e é notória ainsegurança do educando perante o educador que percebe a sua falta de generosidade e a impaciência.
O educando da Educação de Jovens e Adultos - EJA derivar de uma realidade que possui conhecimento pautado no seu cotidiano, e sentindo-se sem alegria, se constrange perante os outros e este é uns dos motivos que os leva a abandonar a sala de aula, falta de compreensão, de carinho, de atenção, deamor, de dedicação, e de beleza no educador, pois dentro de uma sala de Educação de Jovens e Adultos - EJA existe uma diversidade muito grande entre os educandos. A única pessoa que pode mudar este cenário é o educador com suas palavras e com as trocas, aprendendo junto com o educando e dando autonomia e confiança para este.

Palavras-chave: evasão nas salas de aula da Educação de Jovens eAdultos - EJA; analfabetos no Brasil.

INTRODUÇÃO

É observada a importância do tema quando Freire (1982, p 47); Soares (2001, p 120); Ribeiro (1997; defendem seguramente que a imagem do aluno da E.J.A é de insegurança por suas experiências já vividas e por não terem freqüentado as salas de aula na idade correta. Esses alunos se martirizam por terem sido excluídos das Instituições Educacionais esentem-se fracassados, incapazes por não compreenderem o lido e o escrito propriamente dito.
O analfabeto tem consciência de que o sujeito letrado tem mais acesso á leitura do mundo do que ele próprio, por tanto o processo de alfabetização e pós alfabetização devem oferecer ao educando a consciência de seus direitos perante a sociedade, devendo os educandos se tornarem cidadãos críticos.A alfabetização deve ocorrer de uma maneira que lhes de o direito de pensar, repensar e criticar, não aceitando a opressão e sim lhes ensinando a terem autonomia, nas críticas e também nos pensamentos de libertação para inquietação e para a aceitação a mudança e ao novo, pois nada esta pronto no universo vocabular do educando.

O índice do número de analfabetos no Brasil: brevecontextualização

Na década de 60, surgiu Paulo Freire, com a pedagogia compromissada de renovação para alfabetização de jovens e adultos. Havendo uma articulação socialmente cultural, com todos os métodos já aparecidos até então.
Em 1964, com a ditadura, o programa foi interrompido, pois seria uma ameaça para o governo. Muitos educadores foram exilados por conta da repressão e o analfabetismoaumentava. Em meados dos anos 65/67 surgiu o Movimento Brasileiro de Alfabetização, o MOBRAL. Este com muita popularidade e bastante autonomia, a partir da década de 70, já possuía recursos para a alfabetização e para dar assistência a educação aos adultos e adolescentes. Era um sistema de grande responsabilidade nos municípios onde eram usados cuidadosamente à didática e os métodos Freirianos.Para GADOTTI e ROMÃO (2006. p, 22), no Brasil,

(...) com o golpe militar de 1964, os projetos políticos educacionais ficam castrado, mas, na América latina, continuou, talvez ingenuamente, com grandes esforços, custando a vida de um sem número de militantes, muita gente vinculada à igreja e também a partidos progressistas.


O MOBRAL cresceu com...
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