Ecstasy morfina e lsd

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  • Publicado : 23 de agosto de 2011
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Ecstasy
O ecstasy é uma substância psicoativa designada como 3,4 metilenodioximetanfetamina. Foi sintetizada pela empresa Merck em 1914, e é chamada droga de recreio ou de desenho, pois possui ação estimulante e alucinógena. É consumido injetado, inalado e por via oral. Apresenta-se como forma de pastilhas, comprimidos, barras, cápsulas ou pó.
Agem a nível cerebral, aumentando a produção e adiminuição da reabsorção da serotonina, dopamina e noradrelina. Seus efeitos surgem após vinte a setenta minutos, atingindo estabilidade em duas horas, pode agrupar efeitos da cannabis, das anfetaminas e do álcool. Os efeitos físicos são taquicardia, aumento da pressão sanguínea, secura da boca, diminuição do apetite, dilatação das pupilas, dificuldades de caminhar, reflexos exaltados, vontade deurinar, tremores, transpiração, câimbras ou dores musculares.
Quanto aos efeitos psíquicos, o ecstasy ocasiona sensação de intimidade e de proximidade como outras pessoas, aumento da comunicação, da sensualidade, euforia, despreocupação, autoconfiança e perda da noção de espaço. Em longo prazo podem ocorrer efeitos tais como lesões celulares irreversíveis, depressão, paranóia, alucinação,despersonalização, ataques de pânico, perda do autocontrole, impulsividade, dificuldade de memória e de tomar decisões. Usos clínicos
• Dor crônica: é a primeira escolha no tratamento da dor crónica pós-operativa, pelo fentanil.
• Dor aguda forte: em trauma, dor de cabeça (cefaleia), ou no parto. Não se devem usar nas cólicas biliares (lítiase biliar ou pedra na vesícula) porque provocam espasmos quepodem aumentar ainda mais a dor. Não é primeira escolha na dor inflamatória (são usados AINEs).
• Na anestesia geral como adjuvante a gás anestésico principal.
Mecanismo de ação
Os opióides são agonistas dos receptores opióides. Estes existem em neurónios de algumas zonas do cérebro, medula espinal e nos sistemas neuronais do intestino.
Os receptores opióides são importantes na regulação normalda sensação da dor. A sua modulação é feita pelos opióides endogenos (fisiológicos), como asendorfinas e as encefalinas, que são neurotransmissores.
Existem quatro tipos de receptores opióides: mu, delta, sigma e kappa. Os receptores mu são os mais significativos na acção analgésica, mas os delta e kappa partilham de algumas funções. Cada tipo de receptores é ligeiramente diferente do outro, eapesar de alguns opióides activarem todos de forma indiscriminada, alguns já foram desenvolvidos que activam apenas um subtipo.
Bulbo da papoila do ópio
Os opióides endógenos são péptidos (pequenas proteínas). Os fármacos opióides usados em terapia apesar de não serem proteínas têm conformações semelhantes em solução às dos opióides endógenos, activando os receptores em substituição destes.Administração
Via oral, subcutânea, intramuscular ou intravenosa. Epidural, transdérmica, intranasal são menos usadas. É frequente ser dado ao paciente o controlo de uma bomba, activada por um botão, que injecta opióide de acordo com o seu desejo. Existe geralmente um mecanismo que previne a injecção de doses elevadas (que podem provocar danos graves), mas na grande maioria dos casos o controle pelodoente reduz a ansiedade e as doses acabam até por ser mais baixas. Nos doentes com dores não existe efeito eufórico, mas há efeito sedativo, portanto o paciente limita-se a carregar no botão quando sente dores, mas de forma a evitar o efeito de sonolência.
Metabolizada no figado. Efeito de 4 a 6 horas após administração. Ultrapassa abarreira hemato-encefálica e a placenta. Não deve ser usada nagravidez.
Efeitos clinicamente úteis
• Analgesia central com supressão de ambas dor física e emocional.
• Sedação na anestesia.
Efeitos adversos
Comuns:
• Euforia pode conduzir à dependência.
• Sedação
• Miose: constrição da pupila do olho
• Depressão respiratória: em overdose constitui a principal causa de morte. Há alguma diminuição da respiração mesmo em doses terapêuticas.
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