Documento de aparecida

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Vivemos cada vez mais uma mudança de época que exige novo enraizamento de critérios: voltar às fontes, recomeçar a partir de Jesus Cristo (DAp 12, 41, 549). Estas são algumas das palavras que iniciam o Documento de Aparecida.
A Conferência de Aparecida nos oferece rica indicação a esse respeito (DAp 33-100), ao recordar que vivemos um tempo de transformações profundas, que afetam... arealidade como um todo, chegando aos critérios de compreensão e julgamento da vida... não vivemos uma ‘época de mudanças, mas uma mudança de época’(DGAE 2008-2010, 13). O que antes era certeza... tem se mostrado insuficiente para responder a situações novas, ‘deixando as pessoas estressadas ou desnorteadas’” (DGAE 2008-2010, 21).
Isto tem gerado um preocupação ainda mais profunda em toda aIgreja, e de modo especial em toda a sociedade. Este Documento faz toda uma releitura da sociedade com os olhos de hoje para dar novas perspectivas de evangelização.
Talvez poderíamos iniciar nossa reflexão iluminados pela Bíblia: “Não é o discípulo missionário que indica à Palavra o que ela deve dizer. Antes, o discípulo missionário é um ouvinte da Palavra (Is 50,5). Estas palavras norteiambem com que o discípulo missionário vai lidar.


. Não se trata de concorrência religiosa e nem de privilégios para a Igreja, mas reconhecer que a distância diante a Jesus Cristo e seu Reino traz graves conseqüências para toda humanidade .










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A vida é dom de Deus! Jesus Cristo, Palavra e Vida, veio ao mundo para nos fazer ‘partícipes danatureza divina’ (2 Pd 1,4). A missão dos discípulos é o serviço à vida plena (DAp cap. VII).


É pelo amor-serviço à vida que o discípulo missionário haverá de pautar seu testemunho, numa Igreja que segue os passos de Jesus, adotando sua atitude” (DAp 31),


Ele enxerga nos rostos sofredores o de seu Senhor: chagado, flagelado (Is 52,13 ss) (DAp 32, 65, 402). Seu amor não aceita assituações de morte: aborto, vida sem alimentação, casa, terra, trabalho, educação, saúde, lazer, liberdade, esperança e fé. Ele é parceiro da vida.




De nosso olhar como discípulos missionários sobre marcas de nosso tempo (Cap. II), confrontado com as urgências na ação evangelizadora (Cap. III), a partir de Jesus Cristo (Cap. I), derivam numerosos e complexos desafios pastorais”, queexigem uma ação orgânica em torno a alguns referenciais comuns.


Para uma Igreja comunidade de comunidades, é imprescindível o empenho por uma efetiva participação de todos nos destinos da comunidade, pela diversidade de carismas, serviços e ministérios (DAp 162).


“células vivas da Igreja e lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristoe a comunhão eclesial” (DAp 170), mas elas precisam de renovação e reformulação de suas estruturas (DAp 172-173)




Não há um único modo de ser comunidade. A comunidade eclesial deve abrir-se para acolher os vários carismas, serviços e ministérios. As comunidades são convocadas a se unirem em torno das Diretrizes nacionais e os Planos pastorais da Igreja Particular (DAp 179)As pequenas comunidades trazem consigo o desafio de seu pastoreio e a diversificação dos ministérios confiados aos leigos. É necessária sua participação na “elaboração e execução de projetos pastorais a favor da comunidade” (DAp 213).


“‘Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande idéia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novohorizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva’ (DCE 1 e DAp 12 243-244)”.


O contato profundo e vivencial com as Escrituras é condição indispensável para encontrar a pessoa e a mensagem Jesus Cristo e aderir ao Reino de Deus (DAp 247).


A animação bíblica da pastoral leva à instituição e formação continuada de ministros/as da Palavra (EN 22, DAp 211 e 248), de leitores e...
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