DIREITO

323 palavras 2 páginas
O Caso dos Denunciantes Invejosos apresenta a situação de um país que, há muito tempo, teve a ventura de viver sob o regime pacífico, constitucional e democrático.

Entretanto, após algum tempo, começou a enfrentar alguns problemas, onde a vida normal das pessoas foi interrompida por uma profunda crise econômica.

Com esta crise, a figura que apareceu como salvadora da pátria, foi a do chefe de um partido político, conhecido como Camisas-Púrpuras; e que, após uma série de conflitos, foi constituído presidente do país. Segundo deputado

Embora por outro ponto de vista, o segundo deputado concorda plenamente com a opinião do primeiro deputado, afirmando que o passado deve ser deixado no passado, não devendo se tomar nenhuma atitude em relação aos Denunciantes Invejosos.

Segundo ele, a partir da conquista do poder, pelos Camisas-Púrpuras, o direito deixou de existir, existindo apenas uma suspensão do Estado do direito. Portanto, não se pode julgar e condenar alguém que viveu em um sistema de anarquia e de terror, tendo um governo que desrespeitava as leis, onde havia, declarada, uma guerra de todos contra todos.

Em sua visão, comparar a situação da época como a luta pela sobrevivência em uma selva ou oceano, afirmando ainda não haver condições de determinar se os atos dos Denunciantes Invejosos eram legais ou ilegais, devido à inexistência de um Estado de direito.
Terceiro deputado

O terceiro deputado diz que não pode opinar sobre o tratamento deste caso, nem mesmo fazer recomendações e considerações a respeito, pois, antes de tudo, cada caso deveria ser minuciosamente analisado.

Discorda plenamente do segundo deputado, que afirmou que as pessoas, na época, viviam em uma guerra de todos contra todos. Segundo ele, isto não era realidade, uma vez que, abaixo da superfície política, continuavam a ser realizados os demais atos da vida humana, normalmente.

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