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688 palavras 3 páginas
Origem do termo[editar | editar código-fonte]
A palavra foi usada pela primeira vez em França, nos finais do século XIX, durante o caso Dreyfus para descrever aqueles que se batiam ao lado de Alfred Dreyfus (chamados de dreyfusards): Émile Zola, Octave Mirbeau, Anatole France. O termo "intelectual" como substantivo em francês é atribuído a Georges Clemenceau em 1889, ele próprio um proeminente defensor de Dreyfus.

Universidade e Intelectuais[editar | editar código-fonte]
Um dos principais espaços de atuação do intelectual é a Universidade.1 A ciência seria parte da ideologia do intelectual, assim como a dedicação à prática científica e o desejo do exercício de um cargo no ensino superior enquanto modo de distinção social.2 No caso brasileiro, bem como em alguns outros países, o intelectual procura as instituições superiores de ensino para apoio e para organização; partindo da sociedade, a esta retorna com propostas embasadas no conhecimento técnico-científico adquirido através do estudos. Esta prática é claramente perceptível, por exemplo:

na ação de pensadores da educação no Brasil, como Anísio Teixeira, Paulo Freire, Francisco Campos, Gustavo Capanema3 , Manuel Lourenço Filho;4 na inserção de pesquisadores na vida política, como Fernando Henrique Cardoso e Darcy Ribeiro; na elaboração do programa de energia nuclear, onde os aspectos técnico-científicos envolvidos no processo de beneficiamento e utilização do urânio não se restringiam a espectos energéticos, mas também políticos, morais, econômicos, antropológicos, etc.5
Política e Intelectuais[editar | editar código-fonte]
Devido à ação reflexiva, o intelectual é portador de uma autoridade científica quando se expressa. Como apresentado acima em relação à Universidade, o intelectual estabelece relações com a sociedade através de seu status de intelectual.

Estas relações, inseridas num conjunto maior de relações de poder, colocam o intelectual em situação de comprometimento político: suas ideias não

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