Desenvolvimento humano e social

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A ERA VITORIANA
da retomada do gótico à Grande Exposição de 1851

Entre a razão e o idealismo romântico.
A Grã-Bretanha balança entre a razão e o idealismo romântico. Sua expressão está no ecletismo vitoriano.

A era vitoriana e a Revolução Industrial
Após as duas revoluções que alteraram o panorama político e econômico dos dois lados do Canal da Mancha, a Francesa e a Industrial naInglaterra, Arnold Hauser aponta para o sentimento de descrença em seus resultados, e o clima que domina a Inglaterra vitoriana: “A Revolução Industrial teve o seu início na Inglaterra; aí produziu os seus mais fecundos frutos e provocou os mais ruidosos e apaixonados protestos (...) os ingleses tornaram-se irremediáveis irracionalistas, a despeito da sua maneira de ver radical e da sua oposição aoindustrialismo, inclusive a conseqüência da sua oposição contra a classe governante, e refugiaram-se no idealismo nebuloso do romantismo alemão (...) pelo menos do ponto de vista da história das idéias, os idealistas inimigos da máquina eram os reacionários, e os materialistas e capitalistas os representantes do racionalismo e do progresso” (HAUSER, 1982, p. 987)

A era vitoriana e a RevoluçãoIndustrial
“A renúncia à razão e à idéia liberal conduziu, inevitavelmente, por boa e honesta que fosse a intenção original, a um incontrolável intuicionismo e a uma perda de maturidade intelectual. Sente-se, constantemente, este perigo em Carlyle, mas o mal ameaça a maioria dos pensadores vitorianos. O proverbial espírito de concessão da época, o meio termo entre a tradição e o progresso, que estaseguia, em nada se manifesta tão vigorosamente como no anseio romântico pelo passado dos seus orientadores intelectuais. Nenhum dos vitorianos representativos é inteiramente imune à propensão para o meio termo (...)” (HAUSER, 1982, p. 988)

A era vitoriana e a Revolução Industrial

Thomas Carlyle (1795 – 1881)
fonte: http://www.life.com/image/50699261

A era vitoriana e a RevoluçãoIndustrial
Segundo Arthmar (2005), “A consolidação a passos largos da ordem capitalista na Inglaterra no curso do século dezenove, motivo de perplexidade para Carlyle e seus contemporâneos, faz-se acompanhar por acentuado declínio nas atividades tradicionais do país, particularmente a agricultra e as manufaturas domésticas, sobrepujadas pela produção mecanizada em larga escala. Conjuntamenteverifica-se expansão sem precedentes nas taxas de incremento demográfico, com a população total do reino passando de 10,6 milhões de habitantes em 1801 para 20,8 milhões em 1851. Nesse contexto, as enclosures, a concentração industrial e o agrupamento de massas de trabalhadores em imensas unidades fabris tornam o país essencialmente urbano. Acentua-se, com isso, a concentração da renda. Os salários malatendem às necessidades elementares das famílias operárias, enquanto a pobreza assume contornos dramáticos” (p.337)

A era vitoriana e a Revolução Industrial
Segundo Arthmar (2005), “A consolidação a passos largos da ordem capitalista na Inglaterra no curso do século dezenove, motivo de perplexidade para Carlyle e seus contemporâneos, faz-se acompanhar por acentuado declínio nas atividadestradicionais do país, particularmente a agricultra e as manufaturas domésticas, sobrepujadas pela produção mecanizada em larga escala. Conjuntamente verifica-se expansão sem precedentes nas taxas de incremento demográfico, com a população total do reino passando de 10,6 milhões de habitantes em 1801 para 20,8 milhões em 1851. Nesse contexto, as enclosures, a concentração industrial e o agrupamento demassas de trabalhadores em imensas unidades fabris tornam o país essencialmente urbano. Acentua-se, com isso, a concentração da renda. Os salários mal atendem às necessidades elementares das famílias operárias, enquanto a pobreza assume contornos dramáticos” (p.337)

A era vitoriana e a Revolução Industrial
“O reinado de Vitória (1819-1901), que se tornou rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha...
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