Desenvolvimento conjunto

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
ADMINISTRAÇÃO

ROSANO DA CONCEIÇÃO BATISTA















desenvolvimento conjunto
















Teixeira de Freitas
2012



rosano da conceição batista

















desenvolvimento conjunto








Trabalho apresentado ao Curso de Administração da UNOPAR - UniversidadeNorte do Paraná, para asdisciplinas, Teorias da Administração, Comunicação e Linguagem, Sociologia e Filosofia.

Profs. Samara headley
Marcelo Silveira
Wilson Sanches
Márcia Bastos





Teixeira de Freitas

2012









Mas afinal, o que vem a ser desenvolvimentoeconômico? Podemos dizer que é simplesmente ter mais dinheiro? Não. Vai muito além do lógico e do óbvio; é profundamente complexo e desafiador. É preciso, na esfera local, o esforço de todos da pirâmide, para assim acontecer e prevalecer.
Para que haja desenvolvimento econômico, o observado ao longo dos anos nos diz que é essencial que as instituições garantam a ordem pública epolítica, bem como o bom funcionamento de todo mercado, e boas oportunidades de lucro que venham a ser estímulo para os empresários investirem.
Na escala local, é preciso que haja um esforço maior por parte de todos, político e socialmente, para que o desenvolvimento econômico aconteça metodicamente, haja vista constituição brasileira de 1988, que deu plenos poderes aos municípios brasileirospara buscarem sua ascensão. Mas atentemo-nos a toda estrutura, capacidade e políticas de desenvolvimento social para que realmente haja o desenvolvimento nos municípios brasileiros, por conta de todo histórico de crises e reestruturações.
Uma revolução técnico-científica e gerencial foi ativada a partir de fins dos anos 70 com o duplo objetivo de aumentar a produtividade do trabalho equebrar o poder de negociação do sindicato. O resultado foi uma substancial alteração na própria materialidade do mundo do trabalho, com significativas alterações no perfil profissional derivadas da desqualificação, fragmentação e precarização nas relações de trabalho, além de uma desocupação estrutural massiva. Outra faceta das mais importantes assumidas pelo capital em crise tem sido afinanceirização e a já aludida desterritorialização que permitem uma aceleração no processo de centralização e concentração, assim como uma reprodução ampliada que tende a se desmaterializar e se reduzir à fórmula do dinheiro que produz dinheiro.
Mas a ofensiva do capital em crise de valorização tem necessidades como em qualquer outro momento da contradição, em processo de um Estado adequado a essa novafase voltada para a consecução da mundialização. O Estado assistencial entrou em crise no momento que a valorização do capital começou a decair, manifestando uma crise fiscal de porte, passando a encontrar dificuldades para efetivar os compromissos socialmente assumidos. Os custos com investimentos em infra-estrutura, seguridade social e administração pública estavam ficando insustentáveis,abrindo brechas para o fortalecimento do movimento operário e implicando perdas para o capital, tornando incontornável a necessidade de uma profunda reestruturação do Estado.
A administração pública, por vezes é negligente e omissa, mostrando-se abnegada aos interesses e necessidades públicas, quando deveria agir através desses interesses, com políticas públicas de desenvolvimento, para assimcumprir seu papel de ofício. Vemos também por vezes o desinteresse por partes dos próprios moradores e trabalhadores das cidades. No município de Nova Viçosa, por exemplo, a grande maioria da população se mostra insatisfeita com as políticas de geração de emprego e de capital circulante na cidade, haja vista ser uma cidade litorânea e turística, mas há alguns meses foi implantado um programa...
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