Crise

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  • Publicado : 25 de setembro de 2012
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1.CONCEITO
• A economia (termo com origem na língua grega e que significa “administração de um lar”) é a ciência que estuda os processos de produção, intercâmbio e consumo de bens e serviços. Uma crise, no que lhe diz respeito, é uma mudança brusca ou uma situação de escassez (desemprego, por exemplo).


• Posto isto, uma crise econômica faz referência a um período de escassez a nívelda produção, da comercialização e do consumo de produtos e serviços. A economia é cíclica, ou seja, combina etapas de expansão com fases de contração. Estas flutuações sucessivas são conhecidas sob o nome de ciclo econômico.

• Estes princípios permitem afirmar que toda descida culmina numa subida e vice-versa. As quatro grandes fases de um ciclo econômico são o boom (onde aumenta aatividade econômica até ao seu auge), a depressão (caem os indicadores), a recessão (quando a depressão se estende por mais de dois trimestres consecutivos) e a recuperação ou estagnação (os índices voltam a subir e começa e o boom do ciclo seguinte inicia).

• A crise econômica decorre em algum momento da depressão. Pode tratar-se de uma crise generalizada com quebra de todos os índices, ou decrises que afetam em especial certos sectores (crise da oferta, crise da procura). Por outro lado, fala-se de crise de subsistência sempre que um grupo social não possa satisfazer as suas necessidades básicas.

• Outro tipo de crise que se conhece sob o nome de bolha financeira ou bolha especulativa, que ocorre quando as ações são negociadas a um preço muito superior ao do seu valor intrínsecoaté deixarem mesmo de ser compradas, e caem a pique.






2.A CRISE


• A recente crise financeira mundial foi causada por uma falha no sistema imobiliário dos Estados Unidos, que aderiram estratégias arriscadas de financiamentos a baixas taxas de juros. Essa tática chamou atenção de vários bancos internacionais que investiram nos bancos americanos. Foi assim criado osistema das hipotecas subprimes, empréstimos hipotecários de alto risco e de taxa variável concedidos às famílias de baixa renda.


• Para garantir a segurança do investimento, os bancos investidores criaram derivativos negociáveis no mercado financeiro, que passaram a serem vendidos por outros bancos, instituições financeiras, companhias de seguros e fundos de pensão por todo o mundo.• Porém, quando, em 2005, o fundo de reservas resolveu aumentar a taxa de juros para tentar reduzir a inflação, o preço dos imóveis caiu, tornando inviável o seu refinanciamento para as famílias de baixa renda, criando um número estridente de inadimplentes e tornando os títulos impossíveis de se negociar, criando assim um enorme prejuízo, o que desencadeou um efeito dominó, fazendo abalar osistema bancário internacional, em meados de 2007


3.A CRISE SUBPRIME


• A crise do subprime foi desencadeada em 2006, a partir da quebra de instituições de crédito dos Estados Unidos que concediam empréstimos hipotecários de alto risco, arrastando vários bancos para uma situação de insolvência e repercutindo fortemente sobre as bolsas de valores de todo o mundo. A crise foirevelada ao público a partir de fevereiro de 2007, culminando na Crise econômica de 2008.




• Subprimes são créditos bancários de alto risco, que incluem desde empréstimos hipotecários até cartões de créditos e aluguéis de carros, eram concedidos, nos Estados Unidos, a clientes sem comprovação de renda e com histórico ruim de crédito - a chamada clientela subprime. As taxas de juros erampós-fixadas, isto é, determinadas no momento do pagamento das dívidas. Por esta razão, com a disparada dos juros nos Estados Unidos, muitos mutuários ficaram inadimplentes, isto é, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos.


• A partir do 18 de julho de 2007, essa crise do crédito hipotecário provocou uma crise de confiança geral no sistema financeiro e falta de liquidez bancária...
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