Cpc 02

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INTRODUÇÃO
O objetivo do CPC 02 é determinar como incluir transações em moeda estrangeira e operações no exterior nas demonstrações financeiras de uma entidade no Brasil e como converter as demonstrações financeiras de entidade no exterior para a moeda de apresentação das demonstrações financeiras no Brasil para fins de registro da equivalência patrimonial, de consolidação integral ouproporcional das demonstrações financeiras. Também estabelece critérios para conversão de demonstrações financeiras de companhias no Brasil para outra moeda (“moeda de apresentação”) e introduz o conceito da moeda funcional, que anteriormente não era observado pelas práticas contábeis adotadas no Brasil.
O CPC 02 trata ainda de procedimentos adicionais, tais como contabilização de resultado deequivalência patrimonial de investimentos em subsidiárias estrangeiras, reconhecimento da variação cambial de transações dentro de um mesmo grupo, conversão dos resultados e a posição financeira de uma entidade, cuja moeda funcional seja a de uma economia hiperinflacionária.














CPC 02
Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis.O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC ) com o pronunciamento CPC 02, no âmbito da Gestão Patrimonial prescreve como registrar transações em moeda estrangeira e operações no exterior nas demonstrações contábeis de uma entidade no Brasil, registrar as variações cambiais dos ativos e passivos em moeda estrangeira e como converter as demonstrações contábeis de uma entidade de uma moedapara outra.
Uma entidade pode manter atividades em moeda estrangeira de duas formas. Ela pode ter transações em moedas estrangeiras ou pode ter operações no exterior.
Ou seja, o CPC representa a convergência dos padrões da contabilidade brasileira, de conversão das demonstrações contábeis e dos efeitos das taxas de cambio, aos padrões internacionais.
▪ Essência do Tratamentodas Demonstrações de uma Entidade no Exterior

Segundo o Pronunciamento Técnico CPC 02, quando uma entidade no exterior tem por característica ser: filial, agência, ou controlada. É necessário a prevalência dos fatos sobre a forma jurídica.
Em entidades com grande autonomia e consideradas como consolidadas, o reconhecimento será feito via equivalência patrimonial, consolidação econsolidação proporcional, conforme o caso. Já entidades que têm por característica serem filiais ou extensão da investidora, seus ativos, passivos, receitas e despesas serão reconhecidos diretamente nas demonstrações individuais da investidora.
Para os dividendos de investida no exterior, é necessário que a investidora considere tanto a legislação no seu país de origem quanto às condições deefetiva incidência e efetiva recuperação desse tributo.




▪ Moeda Funcional e Investimento Líquido
A moeda funcional de uma entidade é a moeda do ambiente econômico primário em que ela opera. A administração determina a moeda funcional de uma entidade com base nos parâmetros existentes no CPC 02/IAS 21. A administração não tem livre escolha sobre a moeda funcional de umaentidade. Não é uma questão de conveniência ou como a administração enxerga o negócio da empresa.
A determinação da moeda funcional é baseada em indicadores e, em raros casos, exigirá o julgamento da administração. É de se esperar que a moeda funcional de entidades que operam no país no mesmo segmento, tenham a mesma moeda funcional, a menos que seus negócios sejam razoavelmente distintos.Em suma o CPC 02 demonstra que é necessário se definir qual a moeda funcional da investidora e qual a de cada investida, antes que se possa obter a conversão. Para tanto, alguns princípios elementares como: a consideração do ambiente econômico ao qual a empresa está inserida, fatos claros que evidenciem que a moeda funcional não é a moeda corrente do país ao qual a empresa se situa e a...
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