Controle dimensional

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  • Publicado : 7 de março de 2013
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RELATÓRIO

Muitos dos bens que possuímos em nossas vidas, são nos dados pela natureza, e uma parte desses bens já estão prontos à nossa disposição, esperando para ser usados. Mas também existem aqueles bens que precisamos transformá-los, pois eles são dados e forma de matéria prima. E uma grande parte dessas transformações é de encargo da engenharia mecânica, um bom exemplodisso é a usinagem dos metais nas grandes empresas, para a fabricação de peças.
O contato cotidiano com erros de fabricação, fez com que se gerasse uma necessidade de buscar informações em diversos países, e em uma grande variedade de vezes, traduzir essas informações, para retransmiti-la aos parques fabris brasileiros.


Aplicação de tolerâncias e acabamento superficial


Como aumento da produção seriada, inicialmente feita para aumentar a produção e conseqüentemente o conforto do homem, deixou-se de lado a produção artesanal individual, e criou-se uma forma de se produzir mais peças em um menor, com um menor gasto.
Por isso todas as peças usinadas devem seguir exatamente os passos assim como foram projetadas, senão ao serem montadas não haverá encaixe perfeitoentre elas, ocasionado atraso na produção, e grandes prejuízos a essa empresa.
Como a produção é em grande escala, poderá haver em uma única peça diferentes dimensões, variando de uma pra outra, podendo ser para mais ou pra menos. E se esses pequenos desvios não forem controlados, logo se tornarão uns problemas no encaixe das peças, deixando ela incapaz de concorrer com outras peças nomercado, gerando muitos prejuízos.

MEDIDA NOMINAL

A única solução cabível, seria a produção de peças buscando sempre a medida desejada, mas essa solução tornaria a fabricação das pecas mais demoradas alem de encarecer mais a sua produção.
Na verdade seria só preciso informar o desvio possível nessa peça, para que mesmo que não fique nas exatas especificações, ele possa seraproveitada na sua função.


INTERCAMBIABILIDADE




“Intercambiabilidade é a possibilidade de, quando se monta um conjunto”,
mecânico, tomar-se ao acaso, de um lote de peças semelhantes, prontas e verificadas, uma peça qualquer que, montada ao conjunto em questão, sem nenhum ajuste ou usinagem secundárias, dará condições para que o mecanismo funcione de acordo com o que foiprojetado”.



TOLERÂNCIAS


Esse sistema visa fabricar as peças, de forma que elas fiquem o mais parecidas possíveis com as especificações pedidas pelo cliente, visando assim peças mais corretas.
A tolerância nada mais é do que um valor Maximo e mínimo, estipulado para determinada peça, para que ela seja utilizada na função desejada.


AJUSTES


Quando duas peças devem ser montadasformando um encaixe, define-se por ajuste a relação entre as peças acopladas determinada pela diferença de medidas das peças antes do acoplamento.




JOGOS E INTERFERÊNCIAS


É a diferença entre a medida interior da peça exterior (furo), e a medida exterior da peça interior (eixo).
Interferência é a diferença antes do acoplamento da medida interior da peça exterior, e amedida exterior da peça interior.




TOLERÂNCIA DE AJUSTE


É a variação possível do jogo ou da interferência entre as peças que se acoplam.




CLASSES DE AJUSTE


Dependendo da variação dimensional entre as peças que se acoplam podemos ter diferentes ajustes:
Ajuste móvel: conseguido no conjunto de peças em que existe jogo.
Ajuste prensado: existe logo após o acoplamentodas peças uma determinada pressão exercida no local.
Ajuste indeterminado: após o acoplamento pode haver jogo ou interferência.




SIATEMAS DE AJUSTES


Sistema furo-base: é aonde os eixos são maiores ou menores que os furos, onde para se ajustar corretamente devera haver interferência ou folga. Esse sistema é usado normalmente para polias, engrenagens e eixos, pois é mais fácil...
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