Contigencia e emergencia operacional

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CURSO : PÓS GRADUAÇÃO – MBA GESTÃO INTEGRADA EM QSMS.

ALUNA : REBECA BIANCHI BARBOZA.

TURMA : T 13 – NOITE.

PROFESSOR : JOÃO CARLOS BRAGA – CONTINGÊNCIA E EMERGÊNCIAOPERACIONAL



AVALIAÇÃO INDIVIDUAL

ACIDENTE - EXXON VALDEZ NO ALASCA- LISTA DAS FALHAS OCORRIDAS\ PLANO DE CONTIGÊNCIA



INTRODUÇÃO

A embarcaçãonaufragou no dia 24 de março de 1989, no Estreito de Prince Willian, foram derramados milhares de litros de petróleo cru, onde o mesmo se espalhou por centenas de quilômetros pelacosta do Alasca. Em consequência do derramamento, houve uma grande degradação ambiental, afetando a biota marinha e destruindo toda a cadeia do ecossistema.

Falhas ocorridas \Plano de contingência

Houve Lentidão em agir e em comunicar-se com a Impressa, a empresa procurou passar para o mesma que a situação estava sob total controle eque os danos ambientas eram pequenos.

Havia Falta de preparo de toda tripulação para enfrentar o vazamento. Não havia brigadas de incêndio. A posição do TopManagement foi de auto-suficiência, achavam que podiam administrar o problema sozinhos, que na verdade isso não seria possível, porque a equipe não tinha conhecimento e qualificação corretapara tomar as medidas cabíveis. A empresa pensou mais em custos do que pensar em uma solução, gastaram milhões em iniciativas , mas mesmo assim o problema não foi resolvido.Nos dias de hoje, após completar 20 anos do acidente, ainda restam cerca de 95 mil litros de óleo na região. O vazamento do Exxon Valdez trouxe várias lições. Aindústria petroleira teve que rever suas práticas, adotando navios-tanque e procedimentos mais seguros, já que o acidente foi causado por uma sucessão de erros de sua tripulação.
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