Conforto ambiental

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Revisão 
1º. Bimestre‐2010

Noções de Clima:
1.Cabe a arquitetura amenizar as sensações de desconforto 
impostas por climas muito rígidos;
2.O ambiente deve propiciar, no mínimo o conforto dos espaços 
ao ar livre em climas amenos;
Dentre as variáveis climáticas que caracterizam uma região 
podemos citar os que mais interferem no desempenho térmico 
dos espaços construídos:•Oscilação diária e anual da temperatura e umidade relativa;
•Quantidade de insolação solar incidente;
•Grau de nebulosidade do céu;
•Índices pluviométricos.

• Oscilação diária e anual da temperatura e 
umidade relativa

Quantidade de insolação solar incidente

Quantidade de insolação solar incidente
Latitude e Longitude

Radiação Solar :Principal fonte de energia para o planeta (luz e calor)
O critério mais sábio para uma
arquitetura é tomar partido para
evitar a luz e o calor do sol em
excesso na edificação;
Premissa básica o enfoque no
conforto térmico e visual dos
ocupantes e a economia de
energia;
É necessário que o arquiteto
compreenda de forma integrada
os fenômenos térmicos e visuais
em uma edificação e as
variáveis climáticas das quais
este decorrem. Índices pluviométricos.
A condensação do vapor d’água, em forma de chuva, provém, em grande parte, de 
massas de ar úmido em ascensão, esfriadas rapidamente por contato com massas de 
ar mais frias.
Umidade Absoluta:
é o peso do vapor de água contido em uma unidade 
de volume de ar (g/m3), e a umidade relativa é a 
relação da umidade absoluta com a capacidade máxima do ar de reter vapor d’água, àquela 
temperatura. Umidade relativa é uma porcentagem 
da umidade absoluta de saturação. A umidade 
relativa varia com a temperatura do ar, diminuindo 
com o aumento desta.
Ponto de orvalho
Quando o ar contendo uma certa quantidade de água 
é esfriado, sua capacidade de reter água é reduzida, 
aumentando a umidade relativa até se tornar 
saturado — com umidade 100%. A temperatura na qual esse ar se satura é denominada temperatura do 
ponto de orvalho. Qualquer esfriamento abaixo dessa 
temperatura causa condensação de vapor.

Grau de nebulosidade do céu;
•A nebulosidade pode formar uma barreira que 
impede a penetração de parte significativa da 
radiação solar direta;
•Pode ainda dificultar a dissipação na atmosfera do 
calor desprendido do solo à noite Predominância de época e o sentido dos ventos;

Na zona de máximo aquecimento (que fica entre os trópicos de Câncer e Capricórnio), o 
ar se aquece, se expande, diminui sua pressão, fica mais leve e, deslocando‐se 
verticalmente se dirige para as zonas mais frias das camadas superiores
Parte deste ar desce à superfície nas regiões subtropicais ar mais frio e mais pesado, com direção Norte e Sul, dirigisse para o Equador.

Arquitetura e o Meio Urbano
Clima quente úmido
O partido arquitetônico pode adotar os seguintes  estratégias:
•Ventilação noturna : Variação da temperatura noturna não é tão significativa, 
neste clima, que cause sensação de frio, mas suficiente para provocar alívio 
térmico;
•Aberturas grandes para permitir a ventilação nas horas do dia em que a 
temperatura externa estámais baixa que a interna;
•Proteger as aberturas da radiação solar direta, mas não fazer destas proteções 
obstáculos aos ventos.
•Inércia térmica média: facilitar a retirada do calor interno armazenado durante o 
dia, resfriando a construção quando a temperatura externa noturna está mais 
agradável que internamente;
•A cobertura deve seguir o mesmo tratamento dos fechamentos , com inércia média, mas com elementos isolantes, ou espaços de ar ventilados, os quais têm 
como característica retirar o calor que atravessa as telhas que, deste modo, não 
penetrará nos ambientes.

Arquitetura e o Meio Urbano
Clima quente úmido
•Implantar as edificações nos lotes 
urbanos dispondo‐as de modo a permitir 
que a ventilação atinja todos os edifícios ...
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