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mesma idade, as lojas terno que adaptar seus vendedores e contratar pessoas com idades mais avançadas.

Capítulo 11- Crianças
O assunto do capitulo 11 é um pouco polêmico, pois trata da publicidade e a venda para as crianças, muitos defendem que elas acabam sendo vítimas pois não conseguem filtrar o que veem e outros investem na área pois é um forte meio de aumento no volume de compra, mas ocapítulo fala de como podemos utilizar elas para e vender e quando afastar elas para que as mesmas não atrapalhem a compra do pai. O ponto que o capítulo levanta é que a criança precisa tocar e manusear os produtos que desejam comprar, tendo isso em vista os lojistas devem posicionar os produtos que desejam a experimentação ao alcance delas, e os produtos dos quais correm risco e são frágeis, longedo alcance delas. assim como setores em que os pais precisam de atenção e calma para escolherem, deve se criar atividade para afastar as crianças de perto do pai, para que não hajam interferências.O por ultimo fala sobre a loja se adequar em espaço para receber carrinhos de crianças e grandes bolsas infantis que os pais eventualmente carregam.

Capítulo 12- O Freguês Sensorial
Talvez ocapítulo mais abrangente ele fala sobre a compra em uma visão geral. Muito mais do que pegar o produto se dirigir ao balcão e pagar, a compra involve um “universo” muito maior em que em quase todo ele estão inclusos os 5 sentidos, nesse capitulo o autor trata de como nos relacionamos com o ponto de venda através dos 5 sentidos. Uma das maneira pela qual entramos em contato no ponto de venda são asexperimentações que todos fazemos antes de fechar a compra, queremos sentir se o tecido é confortavel, se o produto é facil de manuseio, se ele funciona quando ligado na tomada… A solução que o autor sugere é que para suprir um sentido que muitos vezes esta bloqueado como o tato, podemos utilizarse de outro sentido como o olfato, é o que faz as redes de supermercados quando colocam a padaria dentro doambiente de compra, como os clientes não podem tocar nos pães ele conseguem sentir a vontade pelo cheiro deles saindo do forno.

Capítulo 13- Tempo Real e Percebido
mesma idade, as lojas terno que adaptar seus vendedores e contratar pessoas com idades mais avançadas.

Capítulo 11- Crianças
O assunto do capitulo 11 é um pouco polêmico, pois trata da publicidade e a venda para as crianças,muitos defendem que elas acabam sendo vítimas pois não conseguem filtrar o que veem e outros investem na área pois é um forte meio de aumento no volume de compra, mas o capítulo fala de como podemos utilizar elas para e vender e quando afastar elas para que as mesmas não atrapalhem a compra do pai. O ponto que o capítulo levanta é que a criança precisa tocar e manusear os produtos que desejam comprar,tendo isso em vista os lojistas devem posicionar os produtos que desejam a experimentação ao alcance delas, e os produtos dos quais correm risco e são frágeis, longe do alcance delas. assim como setores em que os pais precisam de atenção e calma para escolherem, deve se criar atividade para afastar as crianças de perto do pai, para que não hajam interferências.O por ultimo fala sobre a loja seadequar em espaço para receber carrinhos de crianças e grandes bolsas infantis que os pais eventualmente carregam.

Capítulo 12- O Freguês Sensorial
Talvez o capítulo mais abrangente ele fala sobre a compra em uma visão geral. Muito mais do que pegar o produto se dirigir ao balcão e pagar, a compra involve um “universo” muito maior em que em quase todo ele estão inclusos os 5 sentidos, nessecapitulo o autor trata de como nos relacionamos com o ponto de venda através dos 5 sentidos. Uma das maneira pela qual entramos em contato no ponto de venda são as experimentações que todos fazemos antes de fechar a compra, queremos sentir se o tecido é confortavel, se o produto é facil de manuseio, se ele funciona quando ligado na tomada… A solução que o autor sugere é que para suprir um sentido...