Comercio exterior

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Pontifícia universidade católica de campinas


NOÇÕES BÁSICAS DE INCOTERMS E COMÉRCIO EXTERIOR






TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO COM ÊNFASE EM COMÉRCIO EXTERIOR





VINHEDO, 2 DE JUNHO DE 2010
CAIO CURY CAMARGO

NOÇÕES BÁSICAS DE INCOTERMS E COMÉRCIO EXTERIOR

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO, QUE FOCA E DEMONSTRA AUTILIZAÇÃO DE INCOTERMS NO COMÉRCIO EXTERIOR, COMENTA A APLICAÇÃO DOS MESMOS, E DESCREVE DE MANEIRA SUCINTA TODO O PROCEDIMENTO DE COMERCIALIZAÇÃO INTERNACIONAL DE MERCADORIAS. APRESENTADO COMO PARTE DAS ATIVIDADES PARA OBTENÇÃO DE CONHECIMENTOS PRÁTICOS E TEÓRICOS NO COMÉRCIO EXTERIOR, DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO COM ÊNFASE EM COMÉRCIO EXTERIOR, DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS.Campinas, 2010




SUMÁRIO


1. RESUMO 4

2. INTRODUÇÃO 5

2.1. Objetivos da Pesquisa 6


2.2. Justificativa 6


3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 7


3.1. Incoterms 73.1.2. Grupo E dos Incoterms 8


3.1.3. Grupo F dos Incoterms 8


3.1.4. Grupo C dos Incoterms 9


3.1.5. Grupo D dos Incoterms 11


3.1.6. Transporte Aquaviário nos Incoterms 13


3.1.7. Qualquer meiode Transporte nos Incoterms 13






4. METODOLOGIA


4.1. Caracterização da Pesquisa 19


5. CRONOGRAMA 19


6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 20



1. RESUMO


O alto índice de erros e/ou práticas que não são de acordo com a teoria e prática do comércio exterior, como trocar Incoterms em uma transação comercial (por exemplo:adotar o incoterm CFR, – Cost and Freight - quando, o mais adequado para determinada situação fosse CIF – Cost, Insurançe and Freight), ou não coletar dados e informações necessárias para a emissão de um documento vital para uma operação no comércio exterior leva o interessado a deixar de obter lucros, atrasar seu cronograma, ter problemas com estoques, etc.


O presente trabalhoserve de guia básico para quem tem problemas com essas atividades no mercado, a fim de orientar os interessados a realizar os procedimentos adequados à suas necessidades.


Para isso, são aqui articulados muitos conceitos que abrangem normais internacionais, legislações aduaneiras, direito legislativo e normas individuais de alguns países. Foram feitas pesquisas de recepção conformemateriais, conceitos e casos estudados durante o curso de Comércio Exterior.





























Introdução


Comércio exterior não é como negociar nacionalmente. As diferenças são muitas, e as mais evidentes são a moeda, o idioma, os hábitos e costumes, as normas legais, a distância etc. Embora, em termos dedistância, nós, brasileiros, estejamos acostumados a ter alguma logística internacional com distâncias menores que muitas nacionais. Num país continental, isso é normal. Assim, é claro que os problemas de se negociar no comércio exterior continuem a ser um pesadelo em certas situações. Muito conhecimento é necessário nessa área, para que tudo ocorra da forma mais adequada e que proporcione uma maiorredução no preço final das mercadorias. 


A escolha errada de um fator durante uma troca internacional, pode causar muitos atrasos na cadeia logística de uma empresa, mas não só isso. Pode desencadear numa grande reação adversa à essa escolha equivocada, trazendo, além dos atrasos logísticos, prejuízos, despesas desnecessárias, confusões quanto ao seguro das mercadorias, estoque,...
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