Colonialismo

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  • Publicado : 18 de dezembro de 2012
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Até o século XIX a cidade do Rio de Janeiro mantinha-se cercada por mato e morros ,como o do Castelo e de São Bento, ambos no Centro do RJ.Com uma população na maioria de escravos.“quase uma cidade de mercadorias” (Abreu). Pobres e ricos dividindo os mesmos ares do campo e da fazenda e alguns poucos em vilarejos convivendo muito proximamente com a reduzida elitelocal. Fácil entender o motivo desta aglomeração, o transporte. Deveriam ficar próximos ao local de onde tiravam seu sustento, Já que não haveria como se locomover.
Este cenário deaglomeração entre ricos e pobres, passa por uma transformação com a chegada da Família Real portuguesa, em 1808, e logo em seguida com os transportes de bonde de burro e o trem à vapor.
Avida da Corte não fez abrir apenas os portos ao comércio com as nações estrangeiras, esse acontecimento abriu casas e ruas da antiga capital colônia, e fez o modesto portuáriotransforma-se para assumir o império Português.
O autor deixa bem evidente o marco divisório nas classes sócias do Sec. XIX, antes e depois dos bondes e trens. A separação destas classes passa aser clara e começamos a perceber que os abastados passam a se direcionar para os lugares abastecidos pelo bonde, a zona sul, do RJ, enquanto os pobres se direcionavam para o subúrbio.
Arespeito do aterramento do Saco de São Diogo , podemos concluir que: a partir deste saneamento as classes menos privilegiadas iam se concentrando em lugares mais afastados do centro dacidade dos que tinham status sociais, que se aglomeravam no centro e na Zona Sul da cidade. Criando assim a cidade nova, que hoje são nossos conhecidos, os bairros da Saúde, SantoCristo, Gamboa, Estácio, Catumbi, o que sobra do Mangue e do Rio Comprido.
É notável que a introdução dos meios de transportes iniciou uma transformação na malha urbana da cidade .
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