Chulaer

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No interior do Estado do Paraná está localizada uma cidade menina, tanto no tamanho quanto na idade. Com 55 anos e 4.800 habitantes, Tamboara é um ótimo lugar para se viver.
No entanto, não é diferente de nenhuma outra cidade no que se refere ao desafio de resolver seus problemas ambientais. De acordo com o censo do IBGE (2000), os tamboarenses estão entre os 51,5% da população brasileira que não têm acesso à rede de esgoto.
Esteve em recente pauta de discussão na Câmara Municipal de Vereadores a questão da implantação da rede de esgoto em nosso município. O tema dividiu a opinião de nossas autoridades. Sou completamente a favor dessa implantação. Penso que se um dia isso se tornar realidade a saúde de nossa população melhoraria, já que saúde e saneamento estão bastante associados.
Nós, alunos do ensino médio – 3º- ano B, período noturno – antecipamos esse debate em sala de aula e, através de uma enquete realizada com parte da população, constatamos que a opinião também se dividiu entre os que querem a adoção da rede de esgoto e os que são contrários.
Os que são favoráveis argumentam que seria uma forma de melhorar a qualidade de vida das famílias tamboarenses. Citaram também que nos quintais existem fossas que muitas vezes exalam mau cheiro e a rede de esgoto acabaria com esse incomodo problema.
O vereador Paulo Sanitá analisou esse tema de outro ponto de vista, o econômico. Segundo ele, para cada 1 real investido em esgoto sanitário 3 reais são economizados com gastos referentes à saúde.
As pessoas que se posicionaram contra salientam que não teriam condições de pagar o custo desse serviço, que é de 80% sobre o valor gasto na conta de água.
É inegável que a tarifa da conta de água aumentaria. Mas cabe aqui uma pergunta: quanto vale a nossa saúde?

Concordo que aqui há pessoas de baixa renda, mas existe em nosso Estado um benefício chamado “tarifa social”, que reduz o valor da conta de água para os mais necessitados.
Portanto, mesmo

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