Cenario empresarial

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
PEDAGOGIA















DEMOCRACIA:
DIREITOS E DEVERES DO CIDADÃO BRASILEIRO






























DEMOCRACIA:
DIREITOS E DEVERES DO CIDADÃO BRASILEIRO











Trabalho apresentado ao Curso Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte doParaná, para a disciplina Formação Social,Política e Econômica do Brasil, sob orientação do professor Gleiton Luiz de Lima – Noturno
Tutor de Sala: -------
Tutora Eletrônica: ----------
















Democracia: direitos e deveres do cidadão brasileiro
 
Depois dos sombrios anos da ditadura militar, iniciada pelogolpe de 1964, o Brasil começou a recuperar as liberdades perdidas: eleições livres, liberdade de imprensa sem a abominável censura, liberdade de pensamento, ressurgimento das associações representativas, como sindicatos, diretórios estudantis, possibilidades de fazer reinvidicações e greves.
Bastaria isso para significar que vivemos em uma democracia?Alguém poderia responder negativamente,objetando: E os altos [índices de miserabilidade do povo brasileiro? Seria realmente democrático um país que tem a pior distribuição de renda do mundo? E será que, de fato, existe entre nós igualdade racial e de gênero? São oferecidas iguais oportunidades de trabalho? Alem disso, o atendimento de saúde, educação e habitação tem sido estendido sem discriminação a todos os segmentos sociais?
Retomando ahistória é possível entender como surgiu a democracia no mundo, começando pela Grécia antiga que foi o berço da democracia, cujo apogeu se deu no século V a.C., em Atenas. Naquela sociedade os estrangeiros, mulheres e escravos não eram considerados cidadãos e, portanto se achavam excluídos da vida pública. O que importa, no entanto, é a elaboração teórica do ideal democrático como um valor novoque se contrapõe à concepção aristocrática de poder.
Trata-se da democracia direta, em que todo cidadão tem não só o direito, como também o dever de participar da assembléia pública a fim de decidir os destinos da polis. A igualdade que daí resulta se caracteriza pela isonomia (igualdade perante a lei) e pela isegoria (direito à palavra na assembléia).
Apesar de a cidade ter vivido essa breveexperiência democrática, os principais pensadores gregos, como Platão e Aristóteles, vêem com reserva a democracia, que para eles ocupam o último lugar dentre as formas de governos, seja pelo risco iminente de turbulência e caos, seja pela incapacidade de governar do povo. Depois disso, em geral predominam, na história antiga e medieval períodos em que é valorizada a concepção elitista earistocrática de política.
No Renascimento, as idéias democráticas não aparecem sempre da mesma forma, mas adquirem colorações diversas conforme seus defensores, sejam, por exemplo, Morus e Campanella com suas utopias, ou o Maquiavel republicano dos Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio.
Na Idade Moderna, porém, com a formação das monarquias nacionais, implanta-se o absolutismo real. A burguesia,de início aliada da realeza, ao se fortalecer economicamente inicia um esforço para conquistar o poder, do qual se achava excluída pela nobreza e pelo clero. Surgem então as teorias políticas contratualistas e que se ocupam com a questão da legitimidade do poder.
Para um liberal como Locke, essa legitimidade se encontra na origem parlamentar do poder político. Isto significa que ocupar um cargopolítico não resulta do privilégio aristocrático, mas do mandato popular alcançado pelo voto: a representação política torna-se legítima porque nasce da vontade popular. Dessa forma, diferentemente da Idade Média, com o liberalismo estabelece-se à distinção entre sociedade política e sociedade civil, entre o público e o privado.
Ainda no século XVIII, em pleno período de valorização da...
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