Carta de atenas

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CARTA DE ATENAS

A Carta de Atenas de 1931, elaborada pelo Escritório Internacional dos Museus,
Instância da Sociedade das Nações, que é a primeira carta específica da área de patrimônio; e aNo intuito de minimizar a confusão que pode gerar o fato de trabalharmos com duas cartas de
Atenas a patrimonialista, de 1931, e a modernista, de 1933, convencionaremos, daqui em diante,
utilizarpara a Carta de Atenas de 1933, a denominação Carta do Urbanismo.
Em relação à Carta do Urbanismo, como é sabido, existem quatro versões. A mais conhecida é a
versão de Le Corbusier, tambémdenominada versão “Marselha”. Há também a versão atribuída a
Josep Lluís Sert, Can our cities survive?, publicada apenas em 1942, que não foi considerada
para efeito de comparação por não terinfluenciado na redação da declaração final. As duas outras
versões serão aqui chamadas de “Patris II” e “Zurique”. A “Patris II” foi elaborada durante o
Congresso e está datada em 10 de agosto de 1933. Ade Le Corbusier foi concluída em 14 de
agosto e tinha o caráter de revisão prévia para a elaboração final, a cargo de S. Giedion,
secretário geral do Congresso, que concluiu a versão oficial em 4de setembro daquele mesmo
ano.
O capítulo sobre Patrimônio, na Carta de 1933, começa por anunciar a convicção dos arquitetos
modernos quanto à pertinência da preservação e seu entendimento, comomencionamos,
inovador para a época, de que por “valores arquitetônicos” se entende tanto obras isoladas como
conjuntos urbanos.
“65 - Os valores arquitetônicos devem ser salvaguardados (edifíciosisolados ou conjuntos ou urbanos)’’ (Carta de Atenas (1933): item 65)
Na versão publicada por Le Corbusier foi agregado o seguinte comentário:
“A vida de uma cidade é um acontecimento contínuo,que se manifesta ao longo dos séculos
por obras materiais, traçados ou construções que lhe conferem sua personalidade própria e
dos quais emana pouco a pouco a sua alma.”
Assim, as obras que...
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