Capitalismo parasitario resumo

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Capitalismo Parasitário
de Zygmunt Bauman
“No primeiro capítulo que integra a obra, o sociólogo, acusa o capitalismo de ser um sistema parasitário, e como todo parasita, necessitado de um hospedeiro. Bauman destrincha de maneira magistral as estratégias usadas atualmente para ser mantida a fonte de lucro. O sociólogo também afirma categoricamente, que o capitalismo cria mais problemas do quesoluções. No segundo capítulo Bauman procura trazer para o lado social. Como o capitalismo está influenciando a passagem de gerações? Além dessas perguntas o sociólogo procura trazer temas relacionado a sociedade liquida em que vivemos também fala sobre a obsolescência programada, o que hoje é novo, amanhã é velho e ultrapassado. No terceiro capítulo o sociólogo traz uma dinâmica diferente para olivro fazendo um jogo de perguntas e respostas no qual ele mesmo é o entrevistado.O quarto e mais curto capítulo da obra Capitalismo Parasitários é intitulado “O corpo em contradição” e mantém a dinâmica usada no capítulo três, nesse porém, o foco é o corpo. O quinto capítulo continua com a dinâmica iniciada no terceiro intitulado de “um Homem com esperanças”Bauman é indagado sobre amodernidade.”
Parasitário: Aquele que vive em função do outro, que se beneficia do trabalho do outro sem investir no seu.

      "Capitalismo Parasitário e outros temas contemporâneos" (ZAHAR, 2009, 92 páginas). Partindo do conceito de “parasitário” o sociólogo afirma que o capitalismo é um sistema não autossuficiente à procura de “terras virgens” para explorarás retomando os moldes da colonização.Todavia, diferentemente da época de Colombo, Cabral, etc. essas terras não são áreas novas e sim pessoas que não se dão conta do sistema que estão sustentando.
A cultura imediatista, a ansiedade constante do ser humano, o leva a fazer mais do que pode. A sociedade criou uma lógica movida pelo consumo desenfreado, o indivíduo que quer permanecer em determinado grupo deve se adequar à “moda”. E éjustamente o medo da exclusão que nos faz “rodar” o sistema.
Porém, em meio a toda essa cultura do “compre antes, pague depois”, existem ainda, indivíduos “virgens” que não se deixam levar por um crediário, um cartão de crédito, ou outro meio de “pré-satisfação”. E é justamente aqui que entra o papel da mídia, do marketing. Para o capitalismo a produção em série de pessoas endividadas é a chave daprosperidade econômica.
O sociólogo também afirma que o estado e as empresas agem em simbiose, uma relação de lucro para os dois lados. Portanto se por um acaso resolvêssemos, todos nós, excluir esse sistema, se não fôssemos capaz de sustentar os juros exorbitantes cobrados por grandes empresas. Essa cobrança viria disfarçada de impostos que acabaria por retomar a sustentação dessa empresa,caindo no mesmo sistema.
Logo no início de “A Cultura da Oferta” há uma passagem interessante que reflete hoje em dia a solidão dos poucos melhores “Ser exigente, ficar chocado e arreganhar os dentes é vivamente desaconselhado” isso remete à busca de alcançar o padrão consumista da sociedade afim de não ter uma vida reclusa.
O mercado se renova, Bauman faz questão de deixar claro isso. Você sempreserá atacados de diferentes formas, eternamente haverá algo “novo e melhorado” para nutrir o estilo consumista de vida. A famosa “Obsolescência Programada”, o que foi comprado hoje amanhã é velho e necessita de renovação.
Antigamente havia uma premissa de que no futuro tudo ficará melhor, todavia isso não pode ser seguido na sociedade atual às dificuldades tendem a aumentar os desafios sejuntam como uma bola de neve, para sair dessa situação atordoante vamos às compras o mercado tem tudo que precisamos, vende sonhos e nos seduz de maneira que ficamos prontamente dispostos a aceitar qualquer informação.
O ato de consumir nutre nossa ansiedade, acreditamos que ao adquirirmos um produto que se encaixa na qualidade de “Obsolescência Programada” teremos um bem estar maior, um maior...
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