cap 16 e 19 do livro Kenneth Frampton

5017 palavras 21 páginas
HISTORIA CRITICA DA
ARQUITETURA MODERNA
- FRAMPTON
CAPÍTULO 16 E CAPÍTULO 19

GRUPO: CLEIDE DIANE, ISAAC FERNANDES, JULIANA DE ASSIS, KÁSSIA SCHNEIDER,
LUCAS BARBOSA E RODRIGO GONÇALVES
PROFESSORA: VANESSA FREITAS
ARQUITETURA E URBANISMO – 2º PERÍODO TARDE

6 DE MAIO DE 2014
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

CAPITULO 16 – DE STIJL: EVOLUÇÃO E DISSOLUÇÃO DO NEOPLASTICISMO,
1917-31.
Parte 1: Conflito entre individual e universal
Há uma antiga e uma nova consciência, onde a antiga se volta para o indivíduo e a nova para o universal, sendo que reflete também na guerra que destrói o mundo antigo com tudo aquilo que ele contém. A nova arte revela o equilíbrio entre o universal e o individual, onde se realiza inclusive nas coisas cotidianas. Os fundadores do Neoplasticismo estimulam os que acreditam na reforma da arte e cultura, destruindo tudo que impedem os novos avanços.
O movimento holandês De Stijl [foto ao lado] centraliza na obra de Piet Mondrian,
Theo van Doesburg (pintores) e Gerrit Rietveld (ebanista e arquiteto). A constituição original (1917) liderada por Van Doesburg contava também com os pintores Bart por
Van der Leck, Georges Vantongeloo e Vilmos Huszar, os arquitetos J.J.P. Oud, Robert van´t Hoff e Jan Wils e o poeta
Anthony Kok, todos, exceto Leke e Oud, foram signatários no manifesto de oito pontos publicado em 1918. O primeiro manifesto do De Stijl, além do equilíbrio entre o individual e universal, visava a libertação da arte tanto na tradição quanto na individualidade, baseando no pensamento filosófico de
Spinoza e no Calvinismo Holandês, em 1918. O movimento sofre a influência da filosofia neoplatônica, onde as obras de M.
H. Schoenmaekers publicadas em 1915 e 1916 foram Figura 1 - De Stjil em 1917 complementadas por conceitos extraídos de Berlage e Wright.
Parte 2: Composições pós-cubistas
As primeiras composições de Mondrian pós-cubistas, onde consistiam em linhas horizontais e verticais

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