Biologia

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Autarquia Belemita de Cultura, Desportos e Educação – ABCDE
Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco – CESVASF

Sociologia da Educação
(Fichamento)

Belém do São Francisco – PE
Setembro/2012
Grupo: Ademir Alves, Edilza Souza, Genayanne Barros, Natália Marçal, Roberta Carlos, Rosilane Rodrigues.
Orientador: Marcos Tuxá

Sociologia da Educação
(Fichamento)

Trabalho apresentado ao Cursode Licenciatura Plena em Ciências Biológicas no Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco – CESVASF, solicitado pelo professor Marcos Tuxá, da disciplina de Sociologia da Educação como requisito necessário para obtenção de nota parcial.

Belém do São Francisco – PE
Setembro/2012
FICHAMENTO

Capítulo I
Breve sociologia do professor virtual

Os estudantes da geração MTV mostram umacapacidade notoriamente decrescente para acompanhar ou formular uma argumentação sistemática e evidenciam uma cegueira para a história que não é apenas ignorância do passado, mas a perda total de um senso de conexão histórica (LEVINE, 1997, P. 19).
Peço licença para começar com uma nova experiência pessoal. Além do trabalho na minha universidade, acumulo agora também o ofício de “professor virtual”.Mantenho um site na Internet sobre política e sociologia, e recebo e-mail de “alunos virtuais”, estudantes de universidades de todos os cantos do Brasil que escrevem pedindo sugestões bibliográficas, indicações de fontes para pesquisa, fazem download dos textos que deixo à disposição, etc. É um diálogo prazeroso de professor, na medida em que é uma extensão do meu trabalho de professor: mas ásvezes, devo confessar, é um pouco estarrecedor. Um único exemplo pode ilustrar o que quero dizer.

Capítulo II
Sociedade, educação e vida moral
O homem faz a sociedade ou a sociedade faz o homem?

Somos nós quem fazemos a hora? Ou a hora já vem marcada, pela sociedade em que vivemos? O que, afinal, o “sistema” nos obriga a fazer em nossa vida? Qual a nossa margem de manobra? Qual o tamanho da nossaliberdade?
É provável que todos tivessem razão. Os homens criam o mundo social em que vivem – de onde mais ele viria? – e ao mesmo tempo esse mundo criado sobrevive ao tempo de vida de cada indivíduo, influenciando os modos de vida das gerações seguintes. Como pensar a história humana sem resgatar a biografia dos homens? Como escrever uma biografia sem considerar a sociedade e o momento históricoem que o biografado viveu? Portanto, a sociedade faz o homem na mesma medida em que o homem faz a sociedade. Preferir uma parte do problema em detrimento da outra é apenas uma questão de ênfase.

Durkheim e o pensamento sociológico

A sociologia, enuncia Durkheim, é o estudo dos fatos sociais. E fatos sociais são justamente aqueles modos de agir que exercem sobre o indivíduo uma coerção exterior,e que apresentam uma existência própria, independente das manifestações individuais que possam ter. Os fatos sociais, em suma devem ser considerados coisas.
Durkheim não afirmou que os fatos sociais são de fato coisas materiais. “Coisa” para ele é todo objeto de conhecimento que a inteligência humana não penetra de modo imediato, necessitando o auxílio da ciência. Tratar de fatos sociais comocoisas, portanto, é uma postura intelectual, uma atitude mental.

A sociedade na cabeça de cada um

... Na cabeça desse ser social que habita em nós não trafegam apenas estados mentais pessoas, mas um conjunto de crenças, de hábitos, valores, os quais não revelam coisas que “pensamos com nossa própria cabeça”. A sociedade vive na cabeça de cada um, ele levará um pouco da sociedade consigo, dentrode sua cabeça. Portanto, não apenas o indivíduo faz parte da sociedade; uma parte da sociedade faz parte dele.
Se tomarmos os indivíduos, não entenderemos a sociedade jamais, pois se é verdade que ela existe em cada um em cada um só existe um fragmento dela. A sociedade tem vontade própria. Ela pensa, sente, deseja, embora não possa pensar, sentir, desejar e principalmente agir senão através de...
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