Ativ.morfossintase

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Universidade do Estado do Pará- UEPA
Universidade Aberta do Brasil- UAB
Curso de Licenciatura em Letras
Disciplina: Morfossintaxe II
Discente: Maria Wadivane do E. Santo Bento / matrícula: Polo: Bragança / Turma:







RESUMO DO TEXTO: OS TERMOS ORACIONAIS













Bragança – PA2013

Atividade: 01
Os Termos Oracionais:
No prefácio que escreveu para a Nova Análise Semântica, de Madre Olivia, (sob o título de “Duas palavras apenas”), Mattoso Câmara revela, pelas referências seguras a figuras importantes da linguística europeia (Jespersen, Bally, Mikus, Glinz, Karceviski e Martinet) e da linguística norte-americana(Bloomfield, Fries, Hockett, Harris, Pike e até Chomsky), estar apar das pesquisas mais avançadas que se realizavam na área da sintaxe.
Para não sobrecarregar o texto, citaremos apenas as passagens que nos parecem indispensáveis. É no verbete análise que Mattoso Câmara apresenta, a respeito da análise sintática, a sua postura relativa ao assunto. Examinaremos a passagem seguinte:
[...] A análisesintática é chamada lógica porque tende a apreciar as frases de acordo com as leis da lógica dita formal, disciplina filosófica que estabelece as condições para a boa expressão de um raciocínio verbal. Deste ponto de vista é uma técnica inadequada a se aplicar a toda e qualquer frase por três motivos: 1) muitas frases enunciadas não decorrem de um raciocínio, mas de um impulso emotivo, isto é, não sãodeclarativas; 2) muitas frases, mesmo pautadas de raciocínio, sofrem a interferência de variados fatores psíquicos que perturbam a nitidez do seu desdobramento lógico (v. anacoluto, atração, afetividade e silepse); 3) as possibilidades de expressão linguística, mesmo nas frases puramente declarativas, ultrapassam os esquemas verbais que a lógica nos ministra (v. idiotismo realce, pleonasmo,impressionismo e antecipação). (DFG, p. 30)
Dois termos oracionais levantados, escolhemos, para iniciar nossa exposição, o sujeito, por motivos que mais abaixo explicaremos.
O sujeito, como vimos, é caracterizado como o elemento determinado do sintagma oracional, em que o predicado aparece como determinante. Apresenta, também, traços da concordância com o verbo e o da frequente anteposiçãocom relação a este último.
No verbete agente, vemos que este pode ser expresso pelo sujeito em muitas frases ativas; na frase passiva, é representado por um sintagma preposicional encabeçado por por / de 9agente da passiva); com os verbos causativos, o agente é o ser-objeto, a que o ser sujeito impõe a ação; muitos adjuntos de um substantivos, regidos pela proposição de, podem, também,exprimir o agente (obra de José de Alencar).
Paralelamente, a noção de paciente não se associa, por exclusividade, ao sujeito da construção.
Não se pode também estabelecer relação absoluta entre passividade e voz passiva; a voz passiva impessoal é, na verdade, uma forma passiva, de sentido ativo e sujeito indeterminado: trabalha-se, come-se, etc.
Em impessoalidade, Mattoso Câmara nãose limita a enumerar as construções impessoais da língua portuguesa, mas enfoca alguns processos de impessoalização.
As orações impessoais com a partícula apassivadora se resultam de eliminações sucessivas de termos de uma construção primitiva, de valor passivo incontestável pela presença do agente:
No que se refere aos complementos, já discutimos alguns aspectos na primeira parte destetexto.
O objeto direto não deve ser identificado pelo seu caráter justaposto. Não só há adjuntos adverbiais também justapostos (Leio o dia inteiro), como também não é incomum o objeto direto aparecer regido da preposição a (Amar a Deus).
Com relação ao objeto indireto, regido de a, a forma pronominal que pode substituí-lo é lhe (e respectivo plural).
Quanto ao complemento de...
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