Assoreamento rio batalha

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Sumário

1.0. Introdução.............................................................................................02
2.0. Desenvolvimento..................................................................................03
3.0.Conclusão..............................................................................................09
4.0.Lista deImagens...................................................................................11
5.0.Bibliografia.............................................................................................13

Introdução
O termo assoreamento refere-se a um fenômeno de acumulação de sedimentos em face dos processos erosivos causados pelas águas, ventos e processos químicos, antrópicos e físicos, que desagregam os solos e rochas formandosedimentos que serão transportados. Em outras palavras, é um termo equivalente a “obstrução”, só que comumente aplicado a cursos d’água, sendo um produto direto da erosão dos solos.
Com a crescente preocupação com o assoreamento, visitamos o rio Batalha uma vez que ele faz parte de uma importante fonte de abastecimento de água para a região de Bauru.
O rio Batalha, que corta o estado de São Paulo,nasce em Agudos, na localização geográfica: latitude 22º28'59" sul e longitude 49º03'58" oeste, passa por Piratininga e Bauru, num total de 12.499ha, ma seguindo em direção noroeste passa por Avaí onde se desvia para o norte e atravessa Reginópolis até desaguar no rio Tietê próximo a Uru. Todo o trajeto tem 167km.

2.0. Desenvolvimento
Estudo do caso rio Batalha
O Rio Batalha, pertencente àBacia Hidrográfica do Médio Tietê Superior, nasce na Serra da Jacutinga (Município de Agudos, SP) e é definido como a Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos nº 16.
Abrange uma área de 14.800 Km2 com 845.648 habitantes e possui uma drenagem de 13.149 Km². A precipitação anual média é de 1.230 mm/ano, a produção hídrica superficial, dentro dos limites territoriais da UGRHI 16 apresenta vazãomédia de 98 m³/s e vazão mínima média de 7 dias consecutivos e 10 anos de período de retorno de 31 m³/s).
A geologia da área, segundo o IPT (1981a), é constituída por rochas características da Bacia do Paraná, Grupo Bauru, predominando litologias da Formação Adamantina. A Formação Marília ocorre em menor escala, distribuída nas partes mais altas, principalmente nas cabeceiras de drenagem.Geomorfologicamente, a bacia encontra-se inserida no Planalto Ocidental Paulista, predominando o relevo de colinas amplas com declividades até 15% e amplitudes locais inferiores a 100 metros, estando às cabeceiras sobre relevo de encostas sulcadas por vales subparalelos, com ocorrência de pequenos morros isolados.
Seu balanço hídrico mostra-se na posse de uma situação de atenção, com sua disponibilidadetotal sendo de 41m³/s e sua demanda registrando um nível aproximado de consumo de 13,63 m³/s. Ele é responsável por 40% da captação de água na cidade, que é feita próximo à confluência do córrego São José com o rio Batalha, equivalente a uma população de 140 mil habitantes. O problema ocasionado pela erosão já gerou falta de água e sujeira nas torneiras de inúmeros bairros da cidade.
Na suaeconomia, as questões da agropecuária se desenvolvem na maior porção de suas áreas rurais. Cerca de 70% do território é composto por pastagens, que é o tipo de cultura que mais degrada os recursos hídricos. Toda cultura provoca uma perda de terra, mas a pastagem apresenta maior processo erosivo e, com isso, a sedimentação em rios próximos.

O restante dessa área da bacia mantém 15% de vegetaçãonativa, 13% de plantio comercial – como eucaliptos, cana-de açúcar e laranja – e 2% de área urbana.

A má utilização e ocupação do solo, bem como outras atividades antrópicas desenvolvidas na sua área de drenagem (redução da mata nativa, destruição da mata ciliar, implantação de monoculturas, reflorestamento econômico e pecuária), têm sido responsáveis pelas alterações na qualidade das águas, por...
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