Assistente social

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  • Publicado : 1 de maio de 2012
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Esperar na fila, ser mal atendido, não encontrar médicos são reclamações de rotina nos hospitais públicos de muitas cidades brasileiras. Mas agora a questão é devida ou morte, já que casos diários mostram que não há vagas nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) quando o paciente mais precisa. Nem mesmo quando recorre àJustiça. Casos dramáticos acontecem no Rio de Janeiro e na capital do país onde pacientes precisam de internação, com urgência, em centros de tratamentointensivo.

Um exemplo foi de uma mulher que estava prestes a dar à luz e não conseguiu internação nas unidades públicas de saúde da Baixada Fluminense. Mesmo com muitador, precisou voltar para casa. É comum faltar médicos e leitos nos hospitais da região.

Segundo o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro, a centralque organiza a distribuição de leitos de emergência deixa de atender diariamente de 30 a 40 pedidos de vagas.

A situação da saúde também causa revolta emBrasília. A reportagem do Jornal da Record mostra o drama da manicure Valéria da Silva. Ela foi à Defensoria Pública da cidade para tentar uma vaga em uma UTI para aamiga, internada com esclerose múltipla. Da médica ouviu a seguinte frase:

- UTI ou não ela vai morrer do mesmo jeito. Para que UTI para uma pessoa dessa?A defensoria pública estima que faltam 60 leitos de UTI na capital do país. Atualmente, pelo menos 40 pessoas recorrem à Justiça todos os dias para tentar umavaga em Brasília. Mesmo com ordem judicial, muitas não conseguem.

No último sábado, um menino de dois anos morreu com meningite à espera de uma UTI na cidade.
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