As miserias do poder juridico

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REFERÊNCIA
CARNELUTTI, Francisco, era Italiano da cidade de Udine, onde nasceu no ano de 1879. Foi professor das mais importantes universidades, podendo ser destacadas as seguintes: Universidade Barconi de Milão, nos idos de 1909 a 1912; Universidade da Catânia, nos anos de 1912 a 1915; Universidade de Padua, no período de 1915 a 1935, dentre muitas outras instituições.
Carnelutti foi um dosprincípios inspiradores do código Processo Civil da Itália nos anos de 1940. Em seu curriculum constam as mais variadas atividades, foi advogado e jurista. Autor de significativas obras de cunho jurídico dentre as quais, a que ora se apresenta neste trabalho através de uma resenha critica.

Resumo da Obra
A obra a que se faz referencia neste trabalho acadêmico, a ser apresentado na disciplina dePortuguês Instrumental, ministrada pelo professor Fabricio Catunda, da Faculdade de Direito da ESBAM – Escola Superior Batista do Amazonas, vem nos dar ideia de que o autor

As provas
Assistimos diariamente na mídia prisões espetaculares, fantásticas, efetivadas claramente para os holofotes, ou seja, a pedido da multidão. Também a pedido, as mais barbaras atrocidades eram feitas.
Como sesabe os delitos criminais gera um espetáculo para a população, recebendo a influencia da mídia, formando sua opiniões, feito isto prestam atenção nas testemunhas, e essas são agredidas psicologicamente, caso não digam o que se deseja ouvir. E o respeito ao acusado e ao seu destino torna-se completamente ausente.
Dessa forma o processo penal transforma-se em tortura, não apenas para o acusado, mastambém para as testemunha. Por ser alvo fácil de contaminação e cicio, a lei tenta cercar as provas testemunhais de varias formalidade, nu, esforço árduo de transforma-la em algo confiável.

O Juiz e o Acusado
A principio o Juiz necessita conhecer toda a historia do acusado, Tido nesse caso o Juiz um historiador. Carnelutti, com imensa sabedoria de costume, dicotomiza a historia em pequenahistoria...
Apresenta a Pequena Historia resumo do ato isolado do crime manifesto. Aquele momento de impulsão, defesa, grande emoção ou outro sentimento qualquer motivado do crime.
Na grande historia, por sua vez leva em consideração todo um contexto do momento criminoso, abrangendo a vida pregressa e atual do acusado. Dessas historias deve ser o Juiz conhecedor.
O delito já foi cometido, o processopenal já atuou e a sentença já foi prolatada. Todos os fatos se fazem Pretérito, mas são bases para projetos futuros para o condenado. É com base no passado que o condenado viverá seu futuro.
No momento da construção da pena, o passado é reconstruído, pois servirá de base sua aplicação. De acordo com Carnelutti, afirma que é preciso saber o que a pessoa tem sido para saber, para decidir o queserá futuramente, pois se tem sido um delinquente certamente será um preso, se faz sofrer sofrerá, não saber usar a liberdade; serás detido. Pois tendo nas mãos a balança da justiça, ela exige que o preso do delito seja também o da pena.
Quando se estuda o Direito, é nos alertados que quando a pena é construída e aplicada, o objetivo não é meramente castigo do preso. Tem-se por objetivo também, aprevenção de futuros delitos.
A função preventiva da pena é de importância tal que, por muitas vezes, há relatos de civis que não delinquiram unicamente por medo da pena. Esse temor evita a consumação de inúmeros delitos. Não poderíamos deixar de citar que, a aplicação da pena é o resultado final do trabalho em conjunto do Legislativo e do Judiciário. Indagamos a que priorizar, a preservação ou a.Quais do dois norte será beneficio ao Processo Penal.
De acordo com Carnelutti toda diferença se faz na finalidade da pena. Se prestada prevenção, então a balança deve ser colocada nas mãos do Legislador; caso seja a punição nas mãos do Magistrado. Sendo necessário, portanto, que o Direito Penal não olhe apenas para o ato, mas para o homem enquanto parte de uma sociedade.
A Sentença Penal.
O...
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