Analise do conto: “a felicidade clandestina”

354 palavras 2 páginas
O conto “O primeiro beijo”, de Clarice Lispector, retrata o amor na adolescência, com todos os normais questionamentos dessa fase entre infância e idade adulta.
No inicio do texto, nos deparamos com uma discussão entre dois adolescentes apaixonados, que serve com intermédio para o desenvolvimento da história, que se dá nas lembranças do personagem.
O garoto estaria de conversa com a sua namorada que indagou-lhe se ele já havia beijado uma mulher antes. Ele passa a recordado primeiro beijo que surpreendentemente não foi em um ser humano, mas que para ele teve tanto valor quanto. O primeiro beijo transformara o menino em homem e o despertara para novas emoções, acordava-o para um novo mundo repleto de prazeres e vida! O garoto sentia seu corpo enriquecer. Ato que, vinda da profundeza do seu ser, onde forrou de uma fonte oculta, nele a verdade. Isso logo o encheu de susto e também de um orgulho antes jamais sentido, ele se tornara “Homem”. O jovem rapaz ao perceber que uma parte de seu corpo que sempre pareceu “relaxada”, agora estava com uma tensão agressiva, depois de beijar o orifício de onde jorrava água, ficou nervoso, pois percebeu que o local onde ele estava bebendo água até se fartar, era a boca de uma estatua feminina que estava nua.
A realidade incomparável desse texto é o amor que o personagem tem por sua namorada. É a dúvida na história é o significado que o garoto atribui à forma como matou sua sede naquela tarde de verão no caminho da excursão num chafariz que havia uma estátua em forma de mulher, dando grande profundidade ao momento vivido, como se tivesse tocado, como se tivesse sentido os lábios daquela mulher nos seus. Da forma como acontece com o beijo, ele sentiu o líquido revitalizante da suposta saliva da mulher e sentiu tamanha tensão. Essa emoção incontrolável pode ter sido causada além do toque da estátua nos seus lábios, como pela própria forma que apresentava: uma forma feminina, nua. E o garoto sendo um personagem na puberdade, não

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