Analise capital de giro

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PROF.: ARMANDO RASOTO


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CURITIBA – PR.
Agosto 2006




INDICE








INTRODUÇÃO 3
1. A POLÍTICA DE ESTRUTURA DE CAPITAL 4
2. OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DOS FUNDOS PERMANENTES 8
3. A POLÍTICA OPERACIONAL 10
4. A ADMINISTRAÇÃO DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO 17
5. OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DOS FUNDOS OPERACIONAIS 19
6. A ETERNACONSEQUÊNCIA 21
7. O COMPORTAMENTO DO DESENVOLVIMENTO 25
8. OS COMPONENTES DE SALDO DE TESOURARIA 26
9. O JOGO DOS SINAIS 28
10. CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS EM FINANCEIRAS E EXTRA- OPERACIONAIS 30
RESUMO 31





























INTRODUÇÃO



O objetivo deste trabalho, é fornecer aos empresários, executivos financeiros e estudantes, uminstrumental técnico adicional em administração financeira, que permita de algum modo, facilitar o entendimento da causa das dificuldades que nos cercam, através de uma análise moderna e que seja efetivamente usual nas empresas de maneira geral.
Pretendemos esclarecer alguns conceitos controvertidos acerca do assunto que envolve o estudo do capital de giro das empresas, aonde é comum verificarmosaumento de vendas reais e problemas que se verificam em função desse aumento. Por que uma empresa pode apresentar um resultado com lucros e estar ao mesmo tempo, caminhando para uma concordata data ou falência? Por que é tão difícil planejar num ambiente econômicomico com tantas mudanças nas regras do jogo e com tantas incertezas? Por que as pequenas e medias empresas são as que mais sofrem numaconjuntura de restrição de crédito? Por que o nível de endividamento dessa empresa pode tornar-se uma bola de neve?
Através de nossa constante busca da origem de certos conceitos na área financeira, constatamos que os modelos convencionais de análise financeira são normalmente insuficientes e podem nos levar a conclusões enganosas, trazendo em consequência uma tomada de decisão tecnicamentediscutível. Os modelos apresentados nas escolas principalmente, são traduções de textos de economias estáveis, onde sua validade está associada a dolarização, que é válida para projetos de longo prazo, porém, quando fazemos uma análise do capital de giro, o nosso horizonte de planejamento envolve o dia-a-dia, sendo que a reposição dos ativos se dá em reais. O relacionamento banco-empresa em nossopaís, mostra que não existe tradição no que tange a troca de informações sobre as previsões financeiras das empresas, e seus respectivos controles, até por aspectos de administração familiar das empresas, onde a técnica de planejamento praticamente inexiste, e por outro lado a instituição financeira, aonde apenas os aspectos de liquidez e garantia das operações são realmente importantes.Esperamos que este material possa contribuir para o desenvolvimento gerencial, principalmente na área de administração financeira, pois acreditamos que sua utilidade abrange as pequenas, médias e por que não as grandes empresas, principalmente os bancos que queiram atualizar as técnicas de planejamento financeira para a concessão de crédito aos seus clientes.



1. A POLÍTICA DE ESTRUTURA DECAPITAL



A política de estrutura de capital, ou simplesmente estrutural, é a que dá forma ou estrutura à empresa. Aqui planejamos o volume de capital próprio e quanto será financiado por terceiros, sejam fornecedores, empregados ou instituições financeiras, e a seguir, quanto será investido no ativo, por exemplo, em máquinas, estoques e duplicatas a receber. É o planejamento de longoprazo.
Em sequência ao planejamento, ocorrem as decisões. No caso, as decisões estruturais são as que determinarão o ponto de partida da empresa, em termos de dimensão, ou seja, capacidade de compras, produção e vendas. São as decisões referentes às alternativas das origens do financiamento do passivo e seu respectivo balanceamento em termos de custos, da estrutura do passivo, nas suas mais...
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