Aie (anemia infecciosa equina

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Anemia Infecciosa Equina

Resumo:
Os equídeos são ferramentas de trabalho essenciais à pecuária de corte, a qual é desenvolvida extensivamente no Brasil. A anemia infecciosa equina(AIE), é considerada uma das principais que acometem equídeos. É uma doença infecciosa, provocada por vírus, transmitida por meio do sangue de um animal infectado, picada de insetos hematófagos ou por agulhas, leite,placenta (transmissão congênita), sêmen (acasalamento) e pelo soro imune. A anemia não tem cura. Uma vez o animal infectado, torna-se portador permanente, podendo apresentar ou não os sinais da doença (forma aguda, crônica), constituindo-se numa fonte de infecção para outros equinos.
Introdução:
A Anemia Infecciosa Equina (AIE), também conhecida como febre-do-pântano ou "Swamp Fever", MaláriaEquina, AIDS do cavalo, Mal do Cochilo ou Cochilão é considerada uma das principais doenças infecto-contagiosas da equideocultura brasileira, para a qual não há vacina eficaz e tratamento.
A A.I.E é causada por um vírus do gênero Lentivírus da família Retroviridae, que acomete cavalos, asininos e muares. A transmissão ocorre principalmente por insetos hematófagos do gênero Tabanidae.
O vírus daAIE é um vírus do tipo RNA, envelopado, contendo um núcleo de forma cônica e densa. O envelope lipídico do vírus é derivado da membrana plasmática de células dos hospedeiro durante a maturação da partícula.
Os estudos iniciais desta doenças foram realizados na França, no século XIX e, atualmente, apresenta distribuição mundial.
Na resolução nº 722/2002, do Código de Ética do Medico Veterinário,no Capitulo II do Art. 6º, VII - fornecer informações de interesse da saúde pública e de ordem às autoridades competentes nos casos de enfermidade de notificação obrigatória.
Transmissão:
É feita principalmente por insetos sugadores (moscas e mosquitos). Já foram também comprovadas as transmissões congênitas (placentária), pelo leite (aleitamento), pelo sêmen (acasalamento) e pelo soro-imune.As mucosas nasal e oral, intactas ou feridas, podem ser portas de entrada do vírus.
O uso sem assepsia de material cirúrgico, por pessoas não habilitadas, também aumentam a probabilidade da infestação. O animal, uma vez infectado, torna-se portadores permanentes.

(Tabanídeo transmissor do vírus da AIE)
Sintomas:
Há uma forma aguda e outra crônica. Todavia o vírus pode estar presente nosangue do animal sem produzir qualquer sintoma.
A forma aguda é assim caracterizada:
a) febre que chega a 40,6c;
b) respiração rápida;
c) abatimento e cabeça baixa;
d) debilidade nas patas, de modo que o peso do corpo é passado de um pé para outro;
e) deslocamento dos pés posteriores para diante;
f) inapetência e perde peso.

(Animal portador da doença)
Se o animal não morreem três a cinco dias, a doença pode se tornar-se crônica.
Na forma crônica observa-se ataque com intervalos variáveis de dias, semanas ou meses. Quando o intervalo é curto, em geral a morte sobrevêm depois de algumas semanas.
Com ataques há grandes destruição dos glóbulos vermelhos do sangue, o que resulta em anemia.
A doença pode acometer equídeos (burros, zebras,etc.), de qualquer raça,sexo, idade. A tem como vetor, insetos hematófagos, porém a transmissão pode ocorrer através de agulha usada. Todo proprietário deve fazer duas vezes por ano, exame eliminando os animais positivos e comunicar à Casa da Agricultura.
Qualquer equídeo, para ser transportado precisa ter atestado de anemia equídeo infecciosa negativa.
Controle e Prevenção:
No Brasil as medidas de controle e profilaxiaà AIE seguem a Instrução Normativa da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento nº16, de 18 de fevereiro de 2004. As normas devem ser tomados de acordo com as condições epidemiológicas peculiares de cada Unidade de Federação, através das Comissões Estaduais de Prevenção e Controle da AIE (CECAIE).
Dentre as regras propostas pelo MAPA para...
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