Aids

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Escola Técnica Cenecista Estância Velha



Aline Silveira Costa
Monalisa da Silva Ferreira










HIV

Adoção de crianças portadoras do vírus HIV.


Volume I
























Estância Velha

Mar/2011
Introdução


HIV, uma doença que atinge o sistema o imunológico, fazendo com que seus portadores fiquem mais propícios a outrasdoenças, levando-os a morte.
Em caso da contaminação feminina a maioria das mulheres acaba descobrindo que são portadoras da doença quando grávidas, mas na maioria dos casos isso ocorre somente no parto onde acabam contaminando o bebê.
Quando aceitam seus filhos e sua doença a mãe ainda convive com seu bebê por alguns anos, mas a baixa imunidade logo ocasiona novas doenças e mais umórfão com um agravante para sua adoção, o vírus HIV.
A adoção de uma criança com vírus acaba sendo mais difícil, pois a sociedade mesmo com toda informação sobre o HIV ainda tem preconceito com as pessoas de soro positivo, no entanto quando o amor fala mais alto tudo é superado e a adoção é legalizada.
HIV

A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), ainda é uma doença semcura, completamente temida pela maioria dos profissionais de saúde, por acometer todo o sistema imunológico. O HIV (vírus da imunodeficiência humana) deprime o sistema imunológico, acarreta sentimentos de baixa estima e até depressão. Como as células do sistema imunológico são destruídas pela multiplicação do vírus, as pessoas com HIV se tornam mais suscetíveis a infecções que outras pessoas nãoestão. Quando a pessoa infectada começa a adquirir essas condições, diz-se que a AIDS está desenvolvida. Essas condições são as responsáveis pela morte entre os pacientes com AIDS, depois que o sistema imune já não funciona.
O HIV é uma doença que, por sua forma de transmissão, quase sempre está envolvida com um contexto de vida muito sofrido. Interagir com pacientes soropositivos significaentrar em contato com um mundo cheio de histórias tristes nas quais há um misto de sentimentos de angústia, medo, arrependimento, solidão, desprezo, entre outros. Sendo assim a maioria das pessoas, até mesmo profissionais da saúde, prefere fugir do assunto e fingir que ele não existe o que faz com que grande parte da sociedade ainda olhe para pessoas com HIV/AIDS cheias de preconceitos emistificação.
Vírus HIV, a transmissão.
Atualmente está havendo um aumento considerável dos casos de crianças e adolescentes com AIDS, sendo que, muitos deles fazem parte dos sistemas de adoção. A maioria dessas crianças entra nesses programas em decorrência do abuso de drogas pelos pais, ou são vítimas de abuso sexual, violência, ou abandono. Alguns desses fatores aumentam as chances deinfecção pelo HIV. Muitas mulheres descobrem serem portadoras do HIV quando a criança nasce. Essas crianças ficarão órfãs em um período relativamente curto.


Entre cada 100 gestantes com HIV que não fazem tratamento durante a gestação, 30 crianças nascem infectadas pelo vírus, o que caracteriza a transmissão vertical. As chances do vírus da mãe passar para o bebê caem para até 2% quando érealizado o acompanhamento durante o pré-natal.
A transmissão vertical pode ocorrer em três momentos: durante a gestação, na hora do parto ou na amamentação. A maior incidência é referente ao momento do parto, 60 a 70% dos casos. O HIV passa de mãe para filho por meio do sangue e secreções da membrana que protege o feto, rompida nas contrações do parto normal. Em menor índice, a transmissãoocorre no oitavo mês de gestação. Além disso, as mães soropositivas não podem amamentar seus filhos, pois o vírus HIV também é passado aos bebês pelo leite materno.
Vale destacar que as mulheres formam o maior grupo de contaminação atualmente, cerca de 50% dos novos casos, segundo a OMS. (O Estado de São Paulo, 8/9/93) No Brasil o Ministério da Saúde registra a incidência de AIDS em...
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