Adentrando o vale da morte

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CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA
ESCOLA TÉCNICA DE REGISTRO
CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO- 2° MÓDULO
GESTÃO EMPRESARIAL II
PROFº FRANCISCO SÉRGIO




AMANDA DA SILVA Nº 02
ELIANA ESTEVAN Nº 07
EMANUELLY KAROLINE Nº 08
JUSSARA ANDRADE Nº16
RENATA MALAQUIAS Nº 22




ADENTRANDO O VALE DA MORTE














Novembro/ 2011





ADENTRANDOO VALE DA MORTE



AMANDA DA SILVA Nº 02
ELIANA ESTEVAN Nº 07
EMANUELLY KAROLINE Nº 08
JUSSARA ANDRADE Nº16
RENATA MALAQUIAS Nº 22


Profº Francisco











SUMÁRIO



ADENTRANDO O VALE DA MORTE
Empresas fazendo as mesmas coisas há cinqüenta anos 03
Adentrando o Vale da Morte 05
Mudança ou Transformação 07
Alpargatas 08
Carga inicial de entusiasmo eposteriores demissões 11
Insistindo em realizar uma mudança fundamental 11
Celebrando o sucesso 12
Havaianas 12
A evolução e os números de Alpargatas 14
Os desafios 15
Liderando o processo de transformação 16
Conclusão 20
Referências 21












EMPRESAS FAZENDO AS MESMAS COISAS HÁ CINQUENTA ANOS

Quarenta e oito anos se passaram quase meio século, quando iniciei minhavida profissional, e ainda vejo as empresas fazerem as mesmas coisas, os mesmos procedimentos, às mesmas atitudes com relação ao mercado, aos funcionários, aos clientes, aos fornecedores, etc.

Transformar é mudar a forma de fazer as coisas, a forma de ver as coisas, de administrar, não mudar o ser humano, o administrador.

O medo do desconhecido ou do resultado a ser obtido, é a grandebarreira para as mudanças. A insegurança também dá força ao medo, que faz com que o principal administrador, mantenha seu modo de pensar, levando a empresa a perder mercado, baixar a lucratividade, e fortalecer a concorrência.

Sumantra Ghoshal, estrategista enfatizou em sua entrevista:
"0 novo modelo de gestão, não é exatamente novo, muitas empresas empregam há muito tempo o modeloobjetivos-processos-pessoas; sem procurar muito longe, a 3M trabalha com base nesse ponto de vista há 35 anos. A verdade é que quase todas as companhias pequenas também se baseiam nesses três fatores, desde que nascem. Com o passar do tempo, à medida que crescem e se diversificam, convertem-se em empresas baseadas no modelo estrutura-estratégia.?
“Estou convencido de que os presidentes de empresa compreendemo ponto de vista teórico, mas não o põem em prática, resistem a ele. O maior obstáculo para a adoção do novo modelo está na atitude dos presidentes. É natural que a alta administração ofereça maior resistência ao novo modelo, visto que construiu o velho e teve sucesso com ele.”
“Mas, a gerência de linha média também rejeita a mudança; ela o faz, por causa da incerteza gerada, e a altaadministração o faz, por uma questão de poder, por hesitação em delegar poderes para escalões mais baixos.”

Muita empresa, sequer tem um fluxo de caixa, que é o mínimo que se poder esperar, para administrar um negócio. Os pequenos empresários ainda misturam suas contas particulares com as da empresa, também apuram empiricamente o lucro do mês e dividem com os sócios, não separando nada para investimentosem novas máquinas e equipamentos ou melhoria do próprio negócio; é o velho ditado: ?Empresa pobre, empresário rico?
Empresas que não tiveram medo, insegurança ou hesitação começaram a mudar e ver as coisas de um outro ângulo para continuar no mercado; esse esforço em conjunto ou trabalho em equipe ou administração estratégica ou administração inteligente, fez com que todos pudessem colaborar eservir hoje de modelo para outras empresas.
Betania Tanure em seu livro?Estratégia e Gestão Empresarial? Menciona que a transformação corporativa envolve medo e uma dor intensa, por isso é mais fácil falar de transformação do que vive-la. Ela compara a transformação corporativa com o processo de transformação da lagarta em borboleta que é bastante penoso.
E neste contexto atual de intensas...
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