Acidente com a plataforma p-36

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Acidente com a Plataforma P-36 da Petrobras em 2001 – Bacia de Campos
Plataforma P-36
Construção
Sua construção teve início na Itália em 1995 com um casco semi-submerso (com colunas estabilizadoras) e terminou no Canadá em 2000. A P-36 era operada pela Petrobras no campo de Roncador, Bacia de Campos, distante 130 km da costa do estado do Rio de Janeiro, produzindo 84.000 barris de petróleo pordia.
Afunda a maior plataforma de produção semi-submersível do mundo, a Petrobras 36, que foi construída em 1994 na Itália como uma unidade de perfuração e de produção, com o nome original de "Spirit of Columbus". Arrendada pela empresa em 1997, a plataforma precisou passar por modificações e expansão para atender as condições operacionais no campo de Roncador, no Rio de Janeiro. A conversão daplataforma foi realizada num estaleiro no Canadá.
Projetada originalmente para perfurar e produzir petróleo a uma profundidade de 100 a 500 metros de profundidade, a unidade foi transformada numa plataforma de produção capaz de operar em lâmina d'água de até 1.360 metros. Para isto, todo o equipamento de perfuração e a maior parte do equipamento de produção foram retirados.
Atualmente, a P-36 écapaz de processar 180 mil barris de petróleo por dia, o que representa 7,2 milhões de metros cúbicos de gás comprimido, diariamente.
Em outubro de 1999, a P-36 saiu do estaleiro naval de Quebec, no Canadá, e veio para o Brasil numa viagem que bateu recordes mundiais. A viagem foi feita a bordo do Might Servant I, que foi ampliado, aumentando sua estrutura em cerca de 30 metros, somente paratransportar a plataforma. A viagem foi feita utilizando um sistema de reboque. A plataforma foi instalada no campo de Roncador em fevereiro de 2000.
Referências:
http://blogpetrobrax.blogspot.com.br/2009/07/p-36-maior-plataforma-de-petroleo-do.html

Naufrágio
Na madrugada do dia 15 de março de 2001 ocorreram duas explosões em uma das colunas da plataforma, a primeira às 0h22m e a segunda às0h39m. Segundo a Petrobras, 175 pessoas estavam no local no momento do acidente das quais 11 morreram, todas integrantes da equipe de emergência da plataforma. Depois das explosões, a plataforma tombou em 16 graus, devido ao bombeio de água do mar para o seu interior, o suficiente para permitir alagamento que levou ao seu afundamento.
Times de resgate tentaram salvar a plataforma durante o fim desemana seguinte, injetando nitrogênio e ar comprimido nos tanques para tentar remover a água acumulada mas abandonaram as tentativas devido ao tempo ruim.
Causas do acidente
A plataforma afundou no dia 20 de março, em uma profundidade de 1200 metros e com estimadas 1500 toneladas de óleo ainda a bordo. Segundo a agência nacional de petróleo (ANP) do Brasil, o acidente foi causado por"não-conformidades quanto a procedimentos operacionais, de manutenção e de projeto".[1]
O aparecimento de mais indícios do envolvimento de Germán Efromovich em irregularidades na sua relação com as direções da Petrobras - especialmente a gestão Rennó - comprova que, desde o início, o Sindipetro-RJ estava certo. As irregularidades são tantas que, recentemente, a própria direção da Petrobras anunciou que aMarítima não participará da licitação para construção da plataforma substituta da P-36. Outra estranheza, no entanto, tem que ser investigada. É que a empresa francesa , parceira da Marítima na construção de plataformas, já apareceu como uma das concorrentes para a construção da plataforma substituta em questão.
1- Resumo Executivo O acidente ocorrido com a plataforma P-36, instalada no campo deRoncador, na Bacia deCampos, levou a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Diretoria de Portos e Costas (DPC)do Comando da Marinha do Brasil a constituírem uma comissão conjunta de investigação com o objetivo de examinar as causas do acidente e, em conseqüência, adquirir subsídios para implementar medidas corretivas e regulamentações visando à melhoria das práticas e procedimentos operacionais na...
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