Acesso a agua potavel

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  • Publicado : 26 de novembro de 2012
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1. PROBLEMÁTICA



Estudar a problematica do acesso a água potável em angola não é um exercício fácil , mormente quando pretendemos levar a investigação sobre o quadro de uma abordagem sociológica, num país rico em recursos hídricos onde se assiste a cada dia maior escassez de acesso deste precioso líquido nas comunidades.

Nestetrabalho com o tema “O Acesso a Água Potável como Forma de Inclusão Social: o Caso do Bairro Rocha Pinto ”, procuraremos demonstrar que o acesso aos serviços basicos, no caso a água potável, deve ser visto como uma questão de direito do cidadão e refletir a sua inclusão nas políticas sociais de desenvolvimento das comunidades. As disigualdades constantes no acesso a água potável em quase todos osmunicípios da sociedade angolana, incluidno Luanda, Capital do país, não reflete em nada a quantidade de água que percorrem os rios existentes.

O acesso à água potável é um ditreito fundamnetal « todos os povos seja qual for o seu estádio de desenvolvimento e as suas condições sociais e económicas têm direito a ter acesso água potável em quantidade e qualidade igual as suas necessidades» (ONU, 1977),quando em angola é ainda um luxo, paradoxalmente para muitos e, apesar dos enormes recursos hídricos de que dispõe, as pessoas continuam a sofrer bastante para ter a quantidade dispensável ao consumo diário.

«Mais de metade da população não dispõe de água potável, nem de saneamento adequado, por falta de uma gestão eficaz e integrada deste recurso vital, não só para a sobrevivência demilhares de pessoas, mas também para o desenvolvimento económico do país» (cf. Semanário-angolense nº423:12).

Rico em recursos hídricos, Angola é, provavelmente, um dos países do planeta com mais rios, por metro quadrado.( fonte) Paradoxalmente, a água que corre solta pelo leito dos rios não chega ainda a muitos lares, às torneiras dos consumidores, o que significa dizer que a fartura não significanecessariamente bem-estar. Luanda é abastecida por dois rios, nomeadamente o Bengo e o Kwanza, que bem podiam dessedentar a capital e atenuar o sofrimento que se assiste de mulheres e crianças, que diariamente partem em busca das «fontes da vida». Às vezes, a escassez é de tal sorte que se fica com a ideia de que a vida dos luandenses está presa por um fio de água(cf. Idem, 15).


O presentetrabalho, na província de Luanda, precisamente na área entre a Zona do Rocha Pinto Vs Bairro Prenda, parte da Sagrada Esperança que estão interligados e divididos apenas pela avenida 21 de Janeiro é relevante uma vez que todos os dias assistimos grupos de pessoas atravessando a larga estrada do Rocha ao Prenda a fim de conseguir, apenas, um bidom de água para beber, lavar ou manter a sua higienediária. O que assistimos é, por um lado um grupo de cidadão que ha anos vive sem acesso a este sistema de distribuição de água e, poroutro, outro grupo de cidadão que tem acesso e esbanja ao ponto das torneiras jorrarem tanta água, enundando as vias de acesso alternativos para muitos condutores.

Kinaxi de facto é compressível o discurso que aqui apresentas, confesso que o ultimo momento foi melhor pelo facto de entrares ou seja explicares o dia dia da população residente nestas zonas, ao nosso ver teria mas empacto se fossesmais longe, falando por ex: da dificuldade na obtenção da agua, os locais de obtenção ( tanques) as doenças que dali advêm, por esta via ficara claro que estes são as razões que lhe estimularam a escolher este tema.
Por outro lado será bom levantares uma perguta de partida, afim de conduzir o seu trabalho.






1. 1 Formulação do Problema:

Formular um problema ou, como se diz na linguagem...
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