Aborto: Uma ditadura do corpo

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Nos últimos 20 anos, os estudos sobre o aborto vêm se fortificando cada vez, na busca de entender porque esse tema é tão mal colocado na sociedade, já que hoje em dia se fala tanto na autonomia feminina.
No Brasil, essa pratica é crime, sendo permitida somente em casos de estupros ou quando a mulher corra risco de morte. A busca pela sua descriminalização é reivindicada pelos movimentos de mulheres feministas e por outros tantos movimentos sociais.
Previsto por lei no Artigo 128, da Cosntituição Penal do
Embora esteja longe de consenso sua aceitação; já que sua aceitação é negada pelas questões legais, bioéticas, e religiosas, fatores que marcam fortemente a nossa sociedade. A criminalização é resultado do alto índice de mulheres mortas aos tentar realizar esse procedimento. Já que elas se vêm a recorrer clinicas clandestina, clinicas que não acomodam as necessidades básicas de higiene.
Os dados do Ministério da Saúde mostram que o aborto esta na quarta colocação de causas de mortes maternas no Brasil. No ano de 2004, cerca de 240 mil mulheres foram atendidas nos hospitais públicos por complicações do aborto. Em 2006, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 2.200 abortos e 220 mil curetagens, que é a raspagem uterina feita após os abortos. Levando a morte de muitas dessas mulheres.
Bem se esse ato é responsável por tantas mortes, porque sua criminalização? Não seria mais fácil, estudar outros métodos, do que criminalizar? Esse é o objetivo do meu projeto, entender sua negação, porque isso envolve a saúde publica, e vida de varias mulheres. Quero abranger onde isso mais acontece, se isso ocorre mais nas classes pobres, e como que é vista a mulher de classe pobre, média e rica ao escolher essa saída.

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