987848

1279 palavras 6 páginas
Vícios de Linguagem

A linguagem que utilizamos em nosso cotidiano muitas vezes está distante daquilo que a norma culta da língua portuguesa exige. Quando pensamos na palavra vício, o que nos vem à mente? Podemos definir esse vocábulo de uma forma bastante simples: algo que usamos o tempo todo e que, por esse motivo, temos muita dificuldade em largar.
Os vícios de linguagem são, então, palavras, expressões ou frases que em sua construção ou em seu uso descontextualizado acabam por prejudicar a comunicação. Em trabalhos acadêmicos ou ainda no ambiente de trabalho há alguns cuidados que devemos tomar com a linguagem, pois devemos zelar sempre pelo uso da norma culta.
Por serem amplamente difundidos e utilizados por uma grande parcela da população, os vícios de linguagem muitas vezes não são percebidos em nossa linguagem do dia a dia. O que pretendemos, então, nesta aula é alertá-lo sobre os principais vícios de linguagem, bem como ajudá-lo a pensar em alternativas para que a comunicação ocorra da forma mais funcional e correta possível.
Antes de começarmos, vale lembrar que, em se tratando da redação no vestibular, os vícios de linguagem são considerados erros e, portanto, saber quais são eles e como evitá-los pode ser um fator bastante positivo para o seu desempenho no vestibular, em que há um alto nível de exigência em relação ao uso correto da língua. Para aprofundar este assunto, vamos abordar os seguintes vícios de linguagem : barbarismo, ambiguidade e pleonasmo. A seguir daremos exemplos e explicaremos cada um deles. 1. Barbarismo
Essa palavra tem uma origem que pode facilmente nos aproximar de seu significado. Os bárbaros foram um conjunto de povos que eram considerados, a partir do ponto de vista dos gregos e romanos, como estrangeiros que não partilhavam dos mesmos costumes, cultura e práticas sociais. Assim, bárbaro era o que eles designavam como estrangeiro, que não pertencia à cultura greco-romana. Podemos, a partir daí, entender barbarismo como

Relacionados