TAYLOR E A ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
A abordagem de que se trata a administração científica é tipicamente a ênfase nas tarefas, sendo os principais métodos utilizados a observação e a mensuração. Maximiliano (1995) afirma que Frederick Winslow Taylor foi à primeira pessoa que começou um movimento de mudança no pensamento da época elaborando, a partir dos vários debates que aconteciam sobre eficiência e ganhos de produtividade, a chamada administração científica o teve como precursor e principal expoente e que é considerado até hoje o fundador da Teoria Geral da Administração (TGA).
Taylor começou seus estudos pelo trabalho do operário e assim generalizou suas conclusões para a administração geral seguindo uma linha de pensamento desenvolvida de baixo para cima, ou seja, do operário para o patrão. Nessa época o sistema de pagamento de funcionário que mais se utilizava era o pagamento por peça ou tarefa, entretanto havia um problema, pois, os patrões queriam sempre ganhar muito quando fixavam o preço da peça e na contramão disso os operários reduziam a um terço o ritmo de produção das máquinas para contrabalançar com isso a questão do desemprego, pois, acreditavam que se produzissem demais diminuiriam a quantidade de oferta de emprego no mercado. A Segunda fase de Taylor coincide também com a publicação do seu segundo livro Princípios da Administração Científica (1911), quando concluiu que a racionalização do trabalho do operário estava ligada diretamente a uma estruturação geral da empresa e que tornasse coerente a aplicação dos seus princípios. Conforme relata Maximiano (1995) Taylor fez distinção entre a filosofia e os mecanismos da administração científica. Esses mecanismos eram o estudo de tempos e movimentos, padronização de ferramentas e instrumentos, padronização de movimentos, conveniência de uma área de planejamento, cartões de instruções, sistemas de pagamento de acordo com o desempenho e calculo de custos.
OS ESTUDOS DE FAYOL SOBRE A TEORIA