Michel Foucault

1093 palavras 5 páginas
Fichamento do texto 2: Direito de morte e poder sobre a vida (Michel Foucault)

No texto Direito de morte e poder sobre a vida, de Michel Foucault, o autor inicia seu texto afirmando que por muito tempo o poder soberano sobre a vida e a morte foram privilégios característicos desse poder, cujo tenha derivado a chamada pátria postesta ( que significa conceder o pai de família romana o poder de retirar de seus filhos e escravos aquele que ele teria dado. Contudo, o poder entre súditos e soberanos era exercido de maneira condicionada. Então, o soberano não influenciava diretamente na morte de seus súditos, porém exercia um poder indireto sobre a vida e a morte de tal.

Na concepção de Hobbes, esse tal poder seria uma transposição para o direito. Foucault diz que o soberano só exerce seu direito sobre a vida de seus súditos se exercer antes seu direito que possui matar. O Direito de causar a morte foi substituído pelo poder de causar a vida, e o de deixar viver foi substituído pelo poder de devolver à morte. Embora Foucault afirma que a passage de um mundo para o outro, ou seja, do ponto central da morte para a vida, agora a morte assume o papel de limitação da vida. No decorrer do século XIX, Foucault dá exemplos que o suicídio passou a ser analisado com base na sociologia, aparecendo assim o direito individual e a privação da morte.

Esse tal poder sobre a vida, possui duas formas principais: A primeira é assegurado por procedimentos das disciplinas, sendo anátomo-política do corpo humano; A segunda é centrado no corpo como espécie, assim tendo um papel de intervenções e controles reguladoes, uma biopolítica da população.

Foucault diz em seu texto que se inicia uma era do “bio-poder”, em que foi um elemento indispensável ao desenvolvimento do capitalismo, que só se garantiu pelo controle dos corpos nos meios de produção, ajustando-os a um modelo estritamente econômico. As técnicas de poder que estão presents em todo o corpo social são as anátomo e de

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