O sentido da politica

Páginas: 24 (5787 palavras) Publicado: 17 de setembro de 2014
UNIVERSIDADE PAULISTA DE CAMPINAS – UNIP









EPILEPSIA – NEUROFISIOLOGIA










CAMPINAS – SWIFT
2014



EPILEPSIA – NEUROFISIOLOGIA




Relatório sobre a patologia Epilepsia ,
Apresentado à disciplina Neurofisiologia
Do curso de Psicologia. Orientadora: Profª Luciana PietroCAMPINAS – SWIFT
2014
SUMÁRIO:
1. Introdução
2. Aspectos médicos
2.1 Conceito
2.2 Etiologia
2.3 Diagnóstico
2.4 Tratamento
3. Aspectos psicológicos
4. Aspectos neuropsicológicos
5. Conclusão
6. Referências
7. Anexos












INTRODUÇÃO:
O conteúdo deste trabalho diz respeito à Epilepsia uma patologia um tanto quando comum em nossa população,esta causa alterações temporárias e reversíveis do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos e se expressa por crises epilépticas repetidas (convulsões).
Colocaremos em pauta detalhes importantes sobre tal assunto, o que os médicos neurologistas dizem a respeito, os principais conceitos, em relação ao individuo que convive com o transtorno:como se sente, o que pensa sobre a Epilepsia, como é o diagnóstico e principalmente o tratamento. Iremos focar os aspectos psicológicos e neuropsicológicos para melhor entendimento.
Em forma de entrevista (anexos) iremos demostrar o cotidiano das pessoas que precisam de tratamento e o que fazem para ter uma vida “normal” deixando de lado as crises.

2. ASPECTOS MÉDICOS:
2.1 CONCEITO:
Epilepsiaé uma doença neurológica crônica, podendo ser progressiva em muitos casos, principalmente no que se relaciona a alterações cognitivas, frequência e gravidade dos eventos críticos. É caracterizada por crises convulsivas recorrentes, afetando cerca de 1% da população mundial.
Uma crise convulsiva é uma descarga elétrica cerebral desorganizada que se propaga para todas as regiões do cérebro, levandoa uma alteração de toda atividade cerebral. Pode se manifestar como uma alteração comportamental, na qual o indivíduo pode falar coisas sem sentido, por movimentos estereotipados de um membro, ou mesmo através de episódios nos quais o paciente parece ficar "fora do ar", no qual ele fica com o olhar parado, fixo e sem contato com o ambiente. 
A descarga elétrica neuronal anômala que geram asconvulsões podem ser resultante de neurônios com atividade funcional alterada (doentes), resultantes de massas tumorais, cicatrizes cerebrais resultantes de processos infecciosos (meningites, encefalites),isquêmicos ou hemorrágicos (acidente vascular cerebral), ou até mesmo por doenças metabólicas (doenças do renais e hepáticas), anóxia cerebral (asfixia) e doenças genéticas. Muitas vezes, a origem dasconvulsões pode não ser estabelecida, neste caso a epilepsia é definida como criptogênica.
O mecanismo desencadeador das crises pode ser multifatorial. Em muitas pessoas, as crises convulsivas podem ser desencadeadas por um estímulo visual, auditivo, ou mesmo por algum tipo específico de imagem. Nas crianças, podem surgir na vigência de febre alta, sendo esta de evolução benigna, muitas vezesnão necessitando de tratamento.

Nem toda crise convulsiva é caracterizada como epilepsia. Para tal, é preciso que o indivíduo tenha apresentado no mínimo, duas ou mais crises convulsivas no período de 12 meses, sem apresentar febre, ingestão de álcool, intoxicação por drogas ou abstinência, durante as mesmas.
A sintomatologia apresentada durante a crise vai variar conforme a área cerebral em queocorreu a descarga anormal dos neurônios. Pode haver alterações motoras, nas quais os indivíduos apresentam movimentos de flexão e extensão dos mais variados grupos musculares, além de alterações sensoriais, como referidas acima, e ser acompanhada de perda de consciência e perda do controle esfincteriano.

As crises também podem ser precedidas por uma sintomatologia vaga, como sensação de...
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