O Reforço da exploração colonial

2757 palavras 12 páginas
1. INTRODUÇÃO

Este trabalho serve de uma mera oportunidade de indagar nos conhecimentos que norteam as questões ligadas ao passado, na perspectiva do Reforço da Exploração Colonial, os movimentos que protagonizaram a independência dos países e seus habitantes, bem como fazer uma análise em volta daquilo que é o Pan-africanismo.
O interesse no estudo do tema proposto, não só focaliza-se no naquilo que é a informação produzida pelos diversos meios ou diversas fontes de consulta, mas tambem serve-me de princípio para a iniciativa de uma análise naquilo que são os fundamentos da luta pela independência dos estados africanos, partindo do ponto de vista das vantagens e desvantagens da exploração colonial, sabendo de ante-mão que a ocupação dos territórios africanos em geral e em particular de angola, baseou-se no interesse dos esrangeiros em apropriar-se daquilo que era o potencial económico dos povos colonizados.

2. O REFORÇO DA EXPLORAÇÃO COLONIAL

Todo o processo de ocupação territorial, exploração económica e o domínio político do continente africano por potências europeias iniciou-se no século XV, quando alguns impérios e/ou reinos africanos importantes, na zona ocidental, nomeadamente ode Ghana e do Mali haviam já desaparecido, e estende-se até à metade do século XX. De acordo com Ferro (1996), é salientado que se mais mundo houvera lá chegara. Esta ufana apóstrofe em que os descobrimentos portugueses se espelham diz-nos bem o que foram as viagens desses grandes exploradores cuja tradição ainda hoje é glorificada.
Por outro lado, mais adiante o mesmo investigador sublinha que os Portugueses não pretendiam terras, mas sim a exploração do comércio marítimo, uma vez que estavam ofuscados pelas riquezas da Índia e desejavam açambarcar todo o seu tráfico. Assim, verificamos que a primeira fase do colonialismo africano surge da necessidade de se encontrarem rotas alternativas para o Oriente, o que por consequência

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