o problema do mal na filosofia de santo agostinho

Páginas: 11 (2618 palavras) Publicado: 24 de outubro de 2013
SUMÁRIO

1 Título.....................................................................................................................................3
2 Delimitação do objeto ...................................................................................................... 3
3 Problematização e Justificativa......................................................................................6
4 Metodologia ......................................................................................................................10
5 Objetivos
5.1 Objetivo Geral ..................................................................................................................... 10
5.2 Objetivos Específicos........................................................................................................... 10
6 Cronograma.............................................................................................................11
7 Referências
7.1 Bibliografia Básica ...............................................................................................................11
7.2 Levantamento Bibliográfico..................................................................................................11











1 Título

Sobre o mal: A relação da vontade e a liberdade em Santo Agostinho.

2 Delimitação do objeto

Aurélio Agostinho nasceu em Tagaste, em 13 de novembro de 354, filho de Mônica uma cristã devota, que influenciou na conversão de seu filho. Agostinho vivenciou momentos importantes da História, como adecadência do Império Romano, sob o ataque dos bárbaros, a invasão pelos visigodos, o cerco de Hipono pelo rei dos vândalos, Genserico. Encontra-se no momento final da antiguidade e inicio do cristianismo, deparou-se com grandes problemas políticos, religiosos e filosóficos, que contribuíram na sua busca da verdade.
Ainda jovem, Agostinho demonstrava muito interesse pela intelectualidade e sentia umgrande impulso para a busca da verdade, ávido como era por respostas que pudessem trazer algum sentido para a existência. Mesmo sentindo apreço pelo cristianismo, sua vida era contrária à fé cristã quanto à opção por seguir seus impulsos carnais. Considerando o cristianismo pouco racional e a Bíblia carregada por uma linguagem bárbara, tinha, porém, a seu favor os ensinamentos de sua mãe que oinfluenciavam a refletir sobre os muitos conflitos existenciais e intelectuais que experimentava.
A leitura do Hortensius, de Cícero, despertou-o para o estudo filosófico. Logo, conheceu e aderiu ao maniqueísmo, que afirmava a existência de dois princípios ontológicos o bem e o mal em luta constante entre si, como duas substâncias eternas. O mal está presente na matéria, no homem o corpo (matéria)aprisiona a alma, substância espiritual, partícula do bem. Conseqüentemente, o homem não tem como evitar o mal, enquanto vive, nunca possuiu o livre-arbítrio, moralmente ele é fadado a praticar o mal, sem poder escolher entre este e o bem. É determinado pelo corpo (matéria), portanto, o homem não é responsável pelas suas más ações, elas são involuntárias e inevitáveis. A liberdade é possível,mediante o ascetismo, seguindo as instruções e preceitos de Mani, fundador do maniqueísmo. Depois de 9 anos Agostinho se afastou do maniqueísmo, por não obter respostas suficientes e satisfatórias para sua questão acerca do mal.
Voltou-se para o estudo dos filósofos neoplatônicos, quando conheceu Plotino. Com o neoplatonismo Agostinho via uma luz para suas questões, essa escola tinha um pensamento de umprincipio espiritual, é a partir daí que ele encontra uma ponte para a verdade. Foi com Plotino que Agostinho teve uma aproximação intelectual. Para Plotino, existe um único principio ontológico, do qual todas as coisas vêm (emanam). Na mesma medida, todas as coisas voltam para ele, em graus diferentes. Concebe uma idéia hierárquica das coisas, mas diferente do maniqueísmo, não existe uma...
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