O Principe - Resumo Acadêmico - Direito

Páginas: 14 (3455 palavras) Publicado: 19 de setembro de 2015
Introdução.
Nicolau Maquiavel inicia sua obra “O Príncipe” por meio de uma dedicatória a Lourenço de Médici II, governante de Florença e duque de Urbino, elencando que ao invés de presenteá-lo com mimos caros igual faziam outros que desejavam conquistar Lourenço, Maquiavel iria gratifica-lo com algo valioso, porém, de outra forma. Forma esta que seria o conhecimento aprofundado e analisado,compilado em um pequeno volume, a respeito dos atos dos grandes homens do passado. O autor afirma, ainda, que não enfeitou o texto com palavras faustosas de difícil compreensão, mas manteve a seriedade do assunto. Defende também que não está sendo presunçoso por analisar normas de governo. Por fim, pede para que Lourenço receba o sucinto manual de presente, e que dele possa subtrair conhecimento paraassegurar uma Itália unificada.

Capítulo 1 – Quantas espécies de principados existem e como podem ser adquiridos

Até o presente momento, todas as formas de governo ou foram repúblicas ou principados. Estes últimos ou são hereditários, com uma determinada dinastia no mesmo local há décadas, ou são novos. Tais possessões assimiladas ou viviam sob o poderio de um príncipe, ou libertas, e sãoconquistadas ou pelas armas do príncipe, por sorte ou ainda por astúcia.
Capítulo 2 – Sobre principados hereditários
Deixando de lado as repúblicas, o interesse do livro é focado nos principados.
Há menos atribulações em manter os principados hereditários, que são aqueles governados por uma mesma família de gerações em gerações, do que manter estados novos, visto que para um príncipe se manter no poderé razoável não ultrapassar os costumes de seus antecessores e manejar cautelosamente os contratempos conforma forem surgindo, a não ser que seja barrado por forças maiores; e se impedido, após ocorrer sinistro com o usurpador, o príncipe reconquistará o poder.

Capítulo 3 – Sobre principados mistos

Contudo, as adversidades acontecem nos principados novos.
Chama-se de composto o principado quenão é novo e sim membro de um estado, e os problemas ocorrem como em qualquer outro novo principado: se não estão satisfeitos com o governante, os homens através das armas o trocam por outro na esperança de melhorias, mas depois observam que não foi algo positivo, e sim péssimo. E isso faz com que o novo príncipe faça uso de soldados e coisas do tipo perante sua nova aquisição.
Assim, adquireadversários por ferir todos aqueles no recém-conquistado principado, e não conseguirá agradar os amigos que o ajudaram, pois terá de mantê-los longe. Mesmo com forte força bélica, ainda precisa do apoio dos habitantes.
Quando conquistados, os principados são anexados aos antigos estados que os dominou, e são ou do mesmo país e idioma, ou não. Se forem, é mais simples assegurá-los, visto que não estãohabituados a se autogovernarem; e para manter a posse do domínio é apenas necessário aniquilar a família do príncipe que governava.
Todavia, quando se conquista territórios com idiomas, leis, costumes diferentes, principiam aí dificuldades e se faz imprescindível sorte e energia para assegurá-los. Uma medida eficaz é o príncipe ir habitar no seu mais novo domínio, pois uma vez estando presente podeeliminar rapidamente focos de desordens, impedir saques por parte de seus oficiais e atender aos súditos que ficarão felizes por serem ouvidos.
Outra medida eficiente é a criação de colônias em alguns lugares, que agem como bases para o estado, dispensando assim de manter muita cavalaria e soldados. Quase sem custo algum para manter uma colônia, e prejudica apenas poucos homens tomar suas casas eterras, mantendo os outros tranquilos e ao mesmo tempo receosos de que aconteça o mesmo com eles. Conclui-se então que colônias são baratas, confiáveis e causam menos danos e ofensas.
Quando se mantêm forças armadas ao invés de colônias se faz necessário gastar o dinheiro arrecadado na província, causando prejuízo à receita e as pessoas. Conclui-se inútil manter guardas.
Novamente: o...
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