o principe de maquiavel

Páginas: 22 (5340 palavras) Publicado: 18 de setembro de 2014
 UNIVERSIDADE PREBITERIANA MACKENZIE
FACULDADE DE DIREITO





CAIO VIGANÓ MENEZES






RESENHA DE “O PRÍNCIPE” - NICOLAU MAQUIAVEL
Disciplina: Introdução a Ciência PolíticaProfessora: Marcia Alvim








SÃO PAULO
2014
INTRODUÇÃO


“Para bem conhecer a natureza dos povos, é preciso ser príncipe, e, para conhecer bem a dos príncipes, é necessário pertencer ao povo”.

É com essa citação, feita por Nicolau Maquiavel,que eu começo esta resenha, fruto da leitura e depreensão da mensagem deixada no livro “O Príncipe”, o autor conta a história de como deve ser o governo de um principado, como manter e governar seu povo até em meio às situações revoltosas, e demonstra como conquistar novos reinos. Em “O Príncipe”, Maquiavel gera o conceito de que o objetivo deve ser alcançado a qualquer preço, custe o que custar.“O Príncipe” é um manual dado ao Príncipe Lorenzo de Médici como um presente, e envolve reflexões e experiências do autor Maquiavel, que analisa a sociedade de maneira racional e não mede esforços quando trata de como obter e manter o poder.
Mais do que um tratado sobre as condições do jogo político, O príncipe é um estudo sobre as virtudes e os vícios, que acompanham a fortuna e o poder eassim afetam o comportamento dos governantes. Suas observações sobre a moral e a ética permanecem espantosamente atuais.










I
De quantos tipos são os principados e de que modo se adquirem
Neste capítulo Maquiavel apresenta dois tipos de principados, os hereditários e os adquiridos, e apontam quais são as duas formas de como o governante chega ao poder, umapela virtú e outra pela fortuna.
"Os principados ou são hereditários, quando por muitos anos os governantes pertencem à mesma linhagem, ou foram fundados recentemente."
II
Dos principados hereditários
            Explica tratar só dos principados hereditários, pois já abordou as repúblicas em Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio. Diz que as dificuldades de um príncipe herdeiro deum Estado tradicional (antigo) são muito menores que nos novos, visto os costumes consolidados. 
“O príncipe natural tem menos necessidade de ofender, daí resulta que seja mais amado.”
III
Dos principados mistos
            Nos principados novos decorre que os homens gostam de mudar de senhor; pegam em armas, ofendem os governantes e sentem os governantes que não podem atender os apoiadorescomo estes esperavam.
            Quem deseja conservar sua conquista deve acabar com a dinastia do antigo príncipe e não alterar impostos ou leis (isso vale para povos com língua igual ou muito semelhante a do conquistador).
            Na conquista de domínios em regiões totalmente diferentes quanto à língua, costumes e instituições é que se encontram as dificuldades, sendo necessário ser muitoafortunado e ter muita habilidade para conservá-los.
Um dos maiores e mais eficazes recursos para este fim é que o conquistador vá residir no lugar.
            O segundo melhor meio é fundar colônias que sirvam de entrave àquele Estado. Maquiavel diz que estas colônias nada custam, são mais fiéis e menos ofensivas; e os espoliados não podem fazer nada visto que são pobres e dispersos.Mantendo-se tropas em vez de colônias, despende-se muito mais, gastando-se com elas todas as receitas do Estado, e a conquista se transforma em prejuízo.
            A ideia é fazer-se defensor dos vizinhos mais fracos, enfraquecer os poderosos e não deixar em hipótese alguma que entre ali outro forasteiro conquistador tão poderoso quanto o novo príncipe.

IV
Por que razão o reino de Dario, ocupado...
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