O julgamento de nuremberg segundo sócrates, platão e os sofistas

Páginas: 5 (1069 palavras) Publicado: 4 de outubro de 2011
Trabalho de Filosofia




SOFISTAS

Por movimento sofista entende-se que foi um movimento intelectual na Grécia do séc. V a.C. Eles eram mestres ou professores de alguma arte ou técnica. Conheciam tudo a respeito do que ensinavam.
Ensinavam a arte de argumentar e persuadir, importante para quem exerciaa política, pois se apresentavam em público e tinham um poder para persuadir as pessoas a favor de suas opiniões e serem contra os adversários.
Tem total interesse no saber pelo homem. Em seu pensamento não existe certo e errado, e as normas humanas são contraditórias, exatamente por serem humanas.
Eles surgiram em período pós Pré-Socrático, momento em que se rompe com os mitos, crenças emDeuses, etc. Diante disso o homem vê-se necessário a crer no ser. Com dizeres como “o homem é a medida de todas as coisas”, Protágoras, os Sofistas mostraram a Grécia, a retórica como forma de explicar os acontecimentos naturais e humanos.
Nota-se no filme Julgamento de Nuremberg, que da formação do julgamento, em que os réus são colocados a frente dos promotores, a retórica é realizada a fim deconvencer da inocência ou acusação.
Análogo do mérito da sofistica, ao filme Julgamento de Nuremberg, os Sofistas tinham como princípios, colocar o homem no centro das atenções com todas as suas ambigüidades, contraditórios e posturas. No filme temos dois núcleos humanos, como centros reversos, são estes os julgados (nazistas) e os acusadores (promotores), sendo colocados em um confronto pessoalque envolve questões psicológicas, morais, sociais, políticas e jurídicas. Tais conflitos estendessem para ambos os lados, que através da retórica, tem por objetivo o ganho da causa.
Na analise sobre o filme e os Sofistas, observa-se que existe no julgamento a essência da sofistica, evidenciando a retórica nas posturas tanto dos advogados, quanto do promotor, marcado pelas atitudes que tomamquando o objetivo é o sucesso da causa que defendem no julgamento.

PLATÃO

Nasceu em Atenas em 427 a.C, discípulo de Sócrates e como tal adversário da democracia ateniense. A ética platônica voltava-se à política. Em sua ética há desprezo pelo trabalho físico, por isso os artesãos são para ele a classe inferior, e a classe superior era representada pela política, contemplação e guerra.
ParaPlatão o povo necessita de um governante ético, capaz de ensiná-los. Ao mesmo tempo esse governante necessita de conselheiros que o ajudem a não se corromper. Na ética de Platão o homem se forma espiritualmente somente no Estado e em serviço da comunidade, por isso também, que esses governantes por serem éticos não deveriam receber salário.
Dentre as teorias platônicas, a virtude significacontrole, ordem, equilíbrio, proporcionalidade, hoje por analogia, pode-se dizer que este significado da virtude platônica seria similar ao uso progressivo da força. Decorrente o julgamento dos oficiais nazistas pelos crimes contra a humanidade cometidos na II Guerra Mundial, muito se questiona quanto à proporcionalidade das ações nazistas.
Acerca dos crimes em que os acusados praticaram, a ética e seuregramento possuem raízes no Além, de modo que o sucesso terreno (homicidas, tiranos...) e o insucesso terreno (Sócrates...) não podem representar critérios de mensurabilidade do caráter de um homem (se justo ou injusto). No reino das aparências, o que parece ser justo, em verdade, não o é; o que parece ser injusto, em verdade, não é.
Para Platão o julgamento deveria ser baseado em critériospalpáveis através do equilíbrio das relações humanas, discutindo a acessibilidade dos sentimentos, criando-se assim expectativa de justiça, e que a sentença é vista a ser como algo justo ou injusto ao além, imediatizando na vida terrena.
Das ideais de formação de uma ordem política, Platão diz que existe tal ordem extrusiva com a necessidade de realizar a justiça, em imperativo para convívio...
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