O aluno , o professor, A escola, Uma Conversa Sobre Educação

Páginas: 13 (3173 palavras) Publicado: 9 de abril de 2014
OUNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
INSTITUTO ÔMEGA



ROSA GONÇALVES SOARES GOMES


FICHAMENTO:
O ALUNO,
O PROFESSOR,
A ESCOLA
UMA CONVERSA SOBRE EDUCAÇÃO








RIO DE JANEIRO
2014
ROSA GONÇALVES SOARES GOMES



FICHAMENTO:
O ALUNO,
O PROFESSOR,
A ESCOLA
UMA CONVERSA SOBRE EDUCAÇÃO



Fichamento apresentado ao Instituto Ômega da Universidade Aberta do Brasil –UAB – como requisito parcial para obtenção do título de mestre em Educação.







RIO DE JANEIRO
2014

FORMAR O PROFESSOR PARA “TRANS”FORMAR A ESCOLA
Celso -...grande parte dos professores acaba entrando para o exercício da atividade sem ter tido a experiência concreta dessa realidade. [...] E, consequentemente, o que se tem são professores despreparados, com raras ouquase nenhuma experiência prática.” (p. 8 e 9)
“(...) o primeiro passo é transformar, de maneira coerente e consistente, o processo de formação do professor, senão teremos uma escola transformada arquitetonicamente, mas não uma sala de aula transformada em suas vivências e práticas.” (p.9)
Rubem – “As crianças naturalmente têm fome, só que não é fome das coisas que os programas escolaresdeterminam que elas comam, pois essas lhes causam desinteresse. Mas basta que se coloque diante das crianças alguma coisa que as provoque, alguma coisa que tenha a ver com a vida delas, e sua atitude é outra.” (p.9)
“O conhecimento fica na memória quando, de alguma maneira, o indivíduo é fascinado por aquilo.” (p.9)
“A grande tarefa do professor é criar fome nas crianças e não simplesmente papaguear oprograma. Esse é o grande problema dos programas que já vem prontos.” (p.10)
Celso – “Os professores em geral usam excessivamente o ponto de exclamação, levam para a sala de aula os recados prontos, as informações definitivas, absolutas. E quando, em vez de levarem o resultado pronto, eles substituem o ponto de exclamação pelo ponto de interrogação, o que fazem é acender a curiosidade, despertar avontade, ou seja, provocar a fome.” (p.10)

PROFESSOR DE ESPANTOS
Rubem – “Um dia me perguntaram se a aprendizagem pode ser prazerosa. Acho que pode ser prazerosa também, mas nem sempre aprender é divertido.” (p.11)
“O prazer faz parte, mas, se a pessoa vai cozinhar, por exemplo, ela pode fazer um frango com quiabo delicioso, que é muito bom; entretanto, se bobear, ela queima a mão. Então asduas coisas estão ligadas aí, e é necessário aprender também com a dor.” (p.11)
Celso – “E quantas vezes o tombo não nos ensina maneiras de evitá-lo!? Foi doloroso, mas nem por isso deixou de ser uma aprendizagem.” (p.12)
“De todo modo, gosto muito mais do que não sei do que de tudo o que sei. Porque o que não sei é desafio, é aventura, é caminhada, é busca, é esperança, é descoberta, me fazacordar de manhã com vontade.(p.13)
Rubem – “É verdade, aquilo que não sabemos é um desafio, é um ponto no horizonte, indica-nos uma direção para onde ir. (...) Nietzsche disse que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver...” (p.13)
“O professor de espantos não ensina saberes. Ele educa o olhar. O professor mostra: “Olhe, veja como é fascinante...”.” (p.13)
Celso – “Olhar é uma condição quese conquista pelo próprio processo evolucionista da espécie. Mas ver é uma preciosidade. O mesmo acontece em relação a dizer: não é preciso aprender a dizer. A partir de determinada idade, a criança começa a juntar as palavras, a construir frases. Mas falar é diferente, muito diferente de apenas dizer. Para falar com poesia, ou com profundidade, é preciso selecionar as palavras. As escolas nãoensinam as crianças a ouvir porque partem do pressuposto de que ninguém precisa aprendê-lo.” (p.14)
O ENSINO DE VALORES NA ESCOLA
Celso – “Formar a criança em valores seria simplesmente propiciar a ela a convivência com pessoas que os praticam, supondo que ela adquiriria os valores por osmose.” (p.17)
“Creio que a escola precisaria repensar a pedagogia dos valores e de que maneira efetivamente...
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