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Podemos também falar do atrito entre a bola e a quadra no momento do quique: quando o efeito é o slice, a bola quica e abaixa, pára ou até volta em direção ao jogador que fez a batida, dependendo da quantidade de slice na bola, isso acontece porque, por girar ao contrário, ao entrar em contato com a quadra, a força de atrito entra em ação; já com o top spin, onde a bola gira para frente, ao entrar em contato com a quadra (que obviamente não se move), a bola quica, sobe e ganha velocidade (no top spin, a bola viaja mais devagar enquanto está no ar, e ao quicar acelera); o flat nesse caso tende a quicar e manter altura e velocidade quase as mesmas, pois não há a interferência do giro exagerado da bola em um sentido ou em outro. Esses efeitos são mais ou menos efetivos dependendo do piso da quadra (ex: no saibro o top spin e o slice são maximizados e mais efetivos). Podemos mencionar também a ação da força de atrito nos jogadores, pois é o atrito que permite que nos desloquemos e, inclusive, para facilitar e fazer desse deslocamento o mais natural e seguro (contra torções e outras lesões), os tenis usados tem solados específicos pra cada tipo de piso (ex: saibro, grama, cimento).
A força de atrito é aquela exercida por duas superfícies deslizando em contato. Dito isso, podemos estabelecer relações ente essa força e os efeitos gerados pela interação bola-cordas da raquete. Dois dos principais e mais usados efeitos no tênis moderno são o slice ou underspin, que é o efeito que faz a bola gira ao contrário (para dentro) e o top spin, que faz com que a bola gire para frente (fora).Obs: além desses dois efeitos há um, também muito usado e importante, o flat, porém, por ser, basicamente, uma batida reta na parte de trás da bolinha, esse efeito não faz com que a bola gire tanto, pois o contato é muito rápido e retilíneo, diminuindo muito o atrito com a bola e fazendo com que a força de atrito seja menos significante. O slice ou underspin (ao lado) é

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