A República de Platão - Livro I

Páginas: 6 (1289 palavras) Publicado: 9 de maio de 2015
FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE PERNAMBUCO - FCHPE












RESUMO - A REPÚBLICA DE PLATÃO – LIVRO I












RECIFE, 2015
MARIA DE FÁTIMA DA SILVA










RESUMO – A REPÚBICA DE PLATÃO – LIVRO I
Resumo realizado pela acadêmica: Maria de Fátima da Silva, como requisito parcial para a conclusão da disciplina de Filosofia Geral e do Direito do curso de Direito da Faculdade de CiênciasHumanas de Pernambuco.



RECIFE, 2015
LIVRO I

Trata-se de uma introdução do livro A Republica de Platão. [1] É um diálogo apresentado pelo autor na cidade de Pireu, mais especificamente na casa de Céfalo durante uma festividade à deusa Bênis, dos trácios. [2]. Este diálogo é sobre a natureza da justiça, a definição de justiça e se a justiça é ou não uma virtude e, se essa pode conduzir o homem afelicidade. [3]. As personagens mais presentes no diálogo são: Sócrates, Polemarco e Trasímaco. Vejamos o resumo do Livro I da obra a República de Platão abaixo.
Percebendo que Sócrates estava indo embora da cidade, Polemarco manda um de seus escravos para que pedisse a Sócrates e seu irmão Glauco que o esperassem. Polemarco estava acompanhado de Adimanto (irmão de Glauco) e, de Nicerato (filho deNícias) e de alguns outros. Alguns minutos depois Polemarco encontra-se com Sócrates. Quando se encontram, Polemarco o convida à sua casa, lá encontram seu pai Céfalo. Lísias, Eutidemo, seus irmãos, Trasímaco e Clitofon (sofistas). Durante a estadia na casa, Céfalo um homem já avançado em idade, fica feliz por rever seu amigo Sócrates. E eles começam a conversar. Céfalo diz que por estar idoso nãotem mais tanto vigor como na juventude, também fala de não poder mais aproveitar os prazeres da vida e, que não lamenta não mais poder aproveitar dos prazeres que tinha quando jovem. Durante a conversa ele cita o poeta Sófocles (pois fazia parte da cultura da época poetas como este). Também nesta conversa, Sócrates a fim de continuar a ouvir o amigo Céfalo, diz que ele tem uma boa vida não por sercidadão ateniense (Céfalo era estrangeiro), mas por possuir muitas riquezas. Então, Sócrates pergunta qual a maior felicidade que ele pode usufruir de sua riqueza; Céfalo responde citando outro poeta que o melhor que pôde fazer através de sua riqueza foi ter agido com virtude de justiça (citando o poeta, Píndaro). E em suma, diz que a velhice traz paz e felicidade. Sócrates retomando o diálogocomeça uma indagação sobre o que seria a virtude da justiça ao perguntar, “Mas essa virtude de justiça resume-se em proferir a verdade e em restituir o que se tomou de alguém, ou podemos dizer que às vezes é correto e outras vezes incorreto fazer tais coisas? [...]” . Nesse instante Céfalo retira-se da discussão passando a palavra a seu filho Polemarco. Para este último, a justiça consiste em fazerbem aos amigos e mal aos inimigos. Com o argumento dialético refutativo, Sócratis diz que essa visão de justiça exposta por Polemarco resume-se em roubar, pois favorece uns em detrimento a outros. Sócrates, torna com outra indagação dialética, “A quem chamas tu de amigos, a os que nos parecem honestos, ou àqueles que de fato são, embora não o pareçam, e assim também quanto aos inimigos? ”. Comessa pergunta, Sócrates diz que não é próprio do justo fazer mal ao inimigo ou a qualquer pessoa, mas do injusto. E que a justiça não consiste literalmente em devolver a cada um o que lhe pertence (explicando o pensamento de Simônides) e, que não é sábio dizer isto, pois a ninguém parece justo fazer o mal. Durante o diálogo é explícito que havia um homem “louco” para entrar na discussão (asdiscussões eram por costumes feitas à disposição do público), mas estava sendo impedido por seus vizinhos. Este homem era o sofista chamado, Trasímaco. Por estar sendo impedido de entrar no diálogo sobre justiça, Trasímaco eleva a voz à Sócrates – “Se queres saber o que é justo, não te limites a indagar, nem a refutar quem responde, mas depois de compreender que é mais fácil responder que perguntar,...
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