A produção do fracasso escolar: Maria Helena de Souza Patto CAPITULO II. O modo capitalista de pensar a escolaridade: anotações sobre o caso brasileiro.

Páginas: 6 (1306 palavras) Publicado: 21 de novembro de 2013
A produção do fracasso escolar: Maria Helena de Souza Patto

CAPITULO II. O modo capitalista de pensar a escolaridade: anotações sobre o caso brasileiro.

O início do século XX foi marcado por um movimento contrário à escola
tradicional por manifestações favoráveis a uma escola nova, que estivesse a
"serviço da paz e da democracia", baseada numa pedagogia que levasse em
conta odesenvolvimento infantil e a participação do aluno nesse processo. A
década de 20 foi um período de intensas discussões sobre o ensino, responsável pelos principais encaminhamentos da educação que marcaram o século:
A Primeira Republica e liberalismo: já no início de 1889 nasce patrocínio intelectual.
A educação escolar era privilegio de pouquíssimos, menos de 3% da população frequentava a escola e90% da população adulta eram analfabetas. O período de 1889 a 1930 foi de vigência de uma Republica oligárquica.
Em 1930, ano do acaso da primeira Republica, o crescimento da rede publica de ensino era inexpressivo em comparação com as estatísticas referente ao império e o pais possuía cerca de 75% de analfabetos.Até esse ano não dispúnhamos de um sistema de educação popular.
Com o movimento daEscola Nova, que refletiu a sua eficiência, e escolhia a idéia de democracia e localizava os métodos, reconhecendo a especificidade psicológica da criança.
Os percussores da Escola Nova preocupavam-se com os indivíduos, tentando desenvolver ao máximo as potencialidades humanas dos educandos.
A pedagogia Nova e a psicologia cientificam nasceram imbuídas do espírito liberal e propôs-se a identificare promover os mais capazes, independentemente de suas origens étnicas e sociais.
Nessa época, no Brasil o pensamento preconceituoso contra o negro, mestiço, índio, de possuírem inteligência inferior, personalidade selvagem
.

De acordo com Patto as causas do fracasso escolar seriam:
Má qualidade do corpo docente, de quem se cobra vocação (e só secundariamente preparo pedagógico), dom eaquele “fogo sagrado” de realizar milagres em qualquer situação.
Política nacional que insiste em destinas ao primeiro ano professores sem a necessária motivação e vocação que a alfabetização exige.
Para se ter um ensino de boa qualidade há necessidade de um professor interessado e bem formado, que leve em conta as especificidades do alunado (experiência culturais) faixa etária, garantindo aeficiência da escola.
Até o início dos anos 60 as causas do fracasso escolar serão buscadas no aluno. Consolidando a teoria da carência cultural.
Nos anos 70 se aceita no Brasil a explicação de que o fracasso escolar das crianças das classes subalternas é compreensível por vários motivos: Sociedade não negadora do capitalismo;
Vinha ao encontro a crença na cultura a respeito da incapacidade depobres,negros e mestiços, reforçando o subdesenvolvimento econômico do País, explicado também por uma indigência cultural em intelectual,cuja revisão era proclamada ao “milagre brasileiro”.
Ressaltando a pobreza de desigualdades sociais, mas pouco instrumentados teoricamente, em decorrência de sua formação intelectual para fazer a critica desse discurso ideológico.
Outro fator importante é sobre afalta de interesse na freqüência das escolas é falta de necessidade vista pela comunidade, indiferença de classes populares. Em muitos artigos de revistas dos anos 70 presenciamos estereótipos e preconceitos em relação aos integrantes dos segmentos mais empobrecidos das classes subalternas. Sugerem que a passagem da defesa nominal da igualdade de oportunidades educacionais para medidas educacionaisconcretas.
O Fracasso escolar como objeto de estudo
O advento dos sistemas nacional de ensino se deu pelo nacionalismo, obra da burguesia de 1789 que defendendo um regime constitucional, acreditava estar sendo porta-voz dos interesses do povo tomando como sinônimo de nação.
Era sentido escrito, uma política educacional, tem inicio no século XIX e decorre de três vertentes de visão de mundo...
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