A formação profissional do professor e o desafio de ser um educador construtivista

Páginas: 11 (2530 palavras) Publicado: 26 de março de 2012
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA – LICENCIATURA – EAD

Município: Maceió
Estado: Alagoas
Turma: 46
Pólo: Maceió LEI São Lucas
Tutora: Rosilene Ferreira dos Santos
Semestre/ano: 1º semestre


A formação profissional do professor e o desafio de ser um educador construtivista

Maria de Fátima Riffa Malta Pinheiro
Maria do Socorro Santos de Souza.

RESUMOObservamos no decorrer do curso de pedagogia e principalmente nos processos de estágio que o futuro está na educação. E que o desfio do novo educador, daquele adequado ao mundo contemporâneo, está justamente em fazer frente às ideologias dominantes que insistem em práticas educativas inviáveis ou que terminam por tornarem-se descomprometidas com o objetivo máximo da educação, para onde deveriamconvergir todos os interesses: o aluno. Podemos concluir que ainda falta muito para que o ensino seja o exato, que estamos no caminho certo e que já demos vários passos largos para isto.

INTRODUÇÃO


O referido trabalho nasce da necessidade de abordar os fundamentos do método tradicional do ensino frente às duras críticas disparadas ao mesmo e sua importância num processo que também éconstrutivista.
Em diferentes observações e durante o processo de estágio, tivemos a oportunidade de perceber a urgência do resgate a métodos de ensino que possam facilitar a aprendizagem do indivíduo, mas isso não significa que esse processo deva transformar-se de maneira permissiva e irresponsável, o que, em nossa visão, vem acontecendo.
É preciso, no entanto, que se esclareça que não estamosaqui defendendo o retrocesso, a volta do rigor de forma vazia, inconsistente. O método tradicional teve necessidade de adaptar-se às mudanças no mundo, como a globalização, as inovações tecnológicas e o avanço da ciência e o fez. Mas o que questionamos é a visão deturpada de que só se pode ensinar através do reencantamento do indivíduo com o mundo, estabelecendo uma relação de emoção-razão que torneo processo ensino aprendizagem algo tão prazeroso ao aluno quanto um passeio ou um lazer de fim de semana.
O que será defendido nesse trabalho, tendo como base os estágios e a vivência em salas de aula, é que, sob quaisquer prismas ou hipóteses, não podemos tornar essa relação aluno versus processo de aprendizagem prazerosa para os 52 alunos que encontramos, todos juntos, em uma sala deaula, cada um com sua idéia, cada um com seu jeito, cada qual com suas afinidades. Essas referências individuais não precisam ser trabalhadas? Mas é claro que precisam. Não são condições para o aprendizado do indivíduo (como o próprio nome diz, individual, único)? Claro que são. Mas elas não são o único foco. A função do educador é preparar um indivíduo observador de sua realidade, consciente da suacidadania e da sua participação ativa em qualquer sociedade. Mas isso não pode ser feito de forma a levar o aluno a pensar de forma equivocada que encontrará uma sociedade consumista ou um mercado de trabalho dispostos a aceitar sua individualidade. O mercado é simplesmente competitivo e só aceita quem é bom. E quem é bom aprendeu a ser, não fez isso como se estivesse no parque. É nisso que sefundamenta o ensino tradicional e é o que será defendido nesse artigo.


DESENVOLVIMENTO
Como trabalhar, coerentemente com a realidade, o ensino tradicional?

Nosso estágio não pôde ser vivenciado em uma comunidade pobre. A visão de realidade de um aluno de escola pública cheio de carências é bem diferente daquela que tem o indivíduo de classe mais abastada, que tem um poder financeiro bemmaior. Mas independente da classe social ou do tipo do ensino ofertado, nós, nem enquanto estagiárias nem enquanto professoras poderíamos, por exemplo, direcionar ao aluno que vem de uma aldeia de pescadores exemplos com moda e culinária. Mas ao mesmo tempo não existirá uma cartilha exclusiva apenas com nomenclaturas que o remetam sempre ao que faz parte do universo da pesca. E mesmo que existisse,...
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