A filosofia da educação como questionamento das bases educacionais

Páginas: 5 (1066 palavras) Publicado: 28 de maio de 2013
PRINCIPAIS DEFINIÇÕES DA “FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO”

Segundo Paulo Freire a educação é baseada na concepção “bancária” que quanto mais os educadores conduzirem os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado, mais ainda a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem “enchidos” pelo educador. Quanto mais “encher” os recipientes com seus depósitos, tanto melhor educadorserá. Quanto mais se deixem docilmente “encher”, tanto melhores educandos serão.
Ele identifica que a alfabetização precisa ser um processo de conscientização, capacitando o oprimido tanto para a aquisição dos instrumentos de leitura e escrita quanto para a sua libertação dando espaço para indagações, à curiosidade, às perguntas dos alunos e as suas inibições: um ser crítico e inquiridor,inquieto em face da tarefa que tem – a de ensinar e não a de transferir conhecimento.
“Pensar certo é uma postura exigente que temos que assumir perante os outros, com os outros e ante nós mesmos”.


Já Demerval Saviani defende o conhecimento pautado nas experiências passadas, ancoradas na escola tradicional que tem um estudo aprofundado e definido, que não tem lacunas, já queestas foram preenchidas por homens que já dissertaram sobre um determinado assunto.
A educação é concebida como "produção do saber", pois o homem é capaz de elaborar ideias, possíveis atitudes e uma diversidade de conceitos. O ensino como parte da ação educativa é vista como processo, no qual o professor é o "produtor" do saber e o aluno "consumidor" do saber. A aula seria produzida peloprofessor e consumida pelo aluno. O professor por possuir competência técnica é o responsável pela transmissão e socialização do saber escolar, cabendo ao aluno aprender os conteúdos para ultrapassar o saber espontâneo.
Para ele o ensino está centrado no professor e este é conhecedor de tudo sobre determinado tema.








COMO SE DESENVOLVEU A FILOSOFIA DA
EDUCAÇÃO AO LONGO DO TEMPOPeríodo Antigo
Pitágoras De Samos

Apesar de Pitágoras afirmar que a verdade pertence aos deuses, ele disse que o homem deve pensar (filosofar) para se aproximar dos deuses e da verdade.
Sob o aspecto religioso, a escola filosófica iniciada por Pitágoras defende a crença na imortalidade da alma, cuja purificação ocorreria através de sucessivas reencarnações em corpos vivos, atéque ela viesse a ter condição de libertar-se dos invólucros mortais, a fim de confundir-se, definitivamente, com o espírito divino.
Pitágoras tinha por sua phýsis os números. O um é o princípio de todas as coisas, assim como a matemática.
Os números estão presentes em todas as coisas, tanto visíveis como invisíveis. São ritmos, proporções, relações, somas, subtrações, combinações edissociações ordenadas e reguladas, ou seja, o número não representa nem simboliza as coisas, ele é a estrutura das coisas.
O número produz a unidade e a diversidade das coisas e por isso as tornam conhecíveis por nossa alma.

Período Medieval
Santo Agostinho

O sábio cristão afirmava que o homem só tem acesso ao conhecimento quando iluminado por Deus.
A filosofia de SantoAgostinho está condicionada à fé religiosa e, especificamente, à ética cristã.
Frases de Santo Agostinho:
“Não se deve esperar da criança inteligência nem aspirar a ela. O mais importante é a consciência, a disciplina”
“Não se aprende pelas palavras, que repercutem exteriormente, mas pela verdade, que ensina interiormente”. 

Período Moderno
Michel de Montaigne

Ofilósofo se rebelava contra a cobrança de memorização mecânica dos conteúdos ensinados aos alunos. 
“É prova de crueza e de indigestão regurgitar o alimento como foi engolido”, escreveu. Segundo ele, as crianças devem aprender o quanto antes a filosofia, porque assim entram em contato com a necessidade de conhecer a prudência e a moderação. E também conhecer a si mesmos por meio da...
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