A filosofia contra o sistema

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A filosofia contra o sistema

Em meados do século XVIII, no Reino Unido, teve início o fenômeno conhecido como Revolução Industrial, que a partir do século XIX ganhou o mundo. Ao longo do processo, a era da agricultura foi superada, a máquina foi substituindo o trabalho humano e uma nova relação entre capital e trabalho se impôs na sociedade. Novas relações entre as nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa, entre outros. Essa transformação foi possível devido a uma combinação de fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de invenções, tais como o motor a vapor. Com isso temos o surgimento do capitalismo como principal sistema econômico vigente em todo o mundo.
O capitalismo é um sistema sócio-econômico, político e social que hoje é adotado pela maioria dos países, onde possuem propriedades privadas dos meios de produção, no qual os agentes econômicos (empresários), proprietários dos meios de produção permitem que esta produção seja comercializada em um mercado, onde as transações são de natureza monetária.
Quando se comenta sobre o capitalismo, expressa-se com respeito a um sistema econômico, que vem sendo investigado ao longo dos tempos; diante muitas discussões e muitas polêmicas, especificamente quanto às bases de tal estrutura de organização econômica e social. Daí surgem diversas perguntas que são importantes: será realmente a era do capital? Será a era da exploração do homem pelo homem? Será a era do poderia da moeda? Ou será a era dos desequilíbrios econômicos e sociais, no modo de pensar do ser humano? A primeira pergunta é fácil de responder, porque nos primórdios da humanidade, o capital já existia, e segundo Paul Singer (1975), o capitalismo vem muito depois, quando a máquina sobrepõe o homem, e tem o seu espaço na filosofia desenvolvimentista dos séculos XVIII e XIX, e nas grandes descobertas da idade média.
Quanto a isto, diz Singer claramente: que capital é, na verdade, muito mais antigo que

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