A Estrutura das Revoluções Científicas

Páginas: 26 (6483 palavras) Publicado: 9 de abril de 2014
Resumo: A Estrutura das Revoluções Científicas
A Estrutura das Revoluções Científicas1
Thomas Kulm começa o seu livro contestando a passagem do estudo da física,para a história da ciência. Ele apostou que ocorreu neste momento uma mudança drástica em seu pensamento. Conta que isso se deu por passar três anos na Universidade de Harvard,onde conheceu Alexandre Koyré, Émile Meyerson, HeleneMetzger e Ameluse Maier ,que lhe deram o embase para pensar cientificamente .Mesmo que ele questione as interpretações históricas, estes foram decisivo na formação de concepção. Se interessou por assuntos que não tinham aparente relação com história da ciência .Um deles a psicologia que Piaget estudava, também textos dos psicologas de Gestalt.
Este filósofo p assou tempo de sua juventude nauniversidade “Society of Fellows de Universidade de Harvard”,onde se tornou junior Fellow, e com isso a convite de Lowell de Boston para fazer conferências lhe deu oportunidade de mostrar seus conhecimentos sobre concepção de ciência. Com isso fez oito conferências com o título de “The quest for Physical”(A busca da Teoria Física) em março de 1951.
Em 1952 começou lecionar história, com pouco tempo mascheio de espectativa,teve auxilio de seus alunos, para desenvolver suas pesquisas que tratam do papel desempenhado por uma ou outra metafísica. Outros examinan a maneira pela qual as bases experimentais de uma nova teoria são acumuladas e assimiladas po pessoas que estudam teorias mais antigas. Estes estudos foram chamados de “emergência”, pois descrevem um tipo de desenvolvimento.
Por volta de1958-1959 Kuhn, no Center for Advanced Studies in the Behavioral Sciencies, passou este ano junto a cientistas sociais,onde se viu frente a dois pensamentos: os sociais e as ciências humanas. Neste ponto ele duvidou dos cientistas naturais em possuir respostas mais firmes e mais permanentes que os cientistas sociais. Para descobrir a fonte de diferenças entre psicologas e sociólogos ele se debruçou napesquisa e chamou de “paradigma” as realizações científicas universal reconhecidas, ou seja, as ideias aceitas pela maioria,é acordada entre os praticamente de ciencias.
E assim Kuhn escreve este livro de forma esquemática e reduzida das suas ideias segundo ele isso não é uma desvantagem já que o objetivo fundamental é “instaurar uma mudança na concepção e avaliação de dados familiares”(P.13)Eletambém se compromete em retomar o assunto ou outra versão mais extensa. Segundo ele a evidência histórica disponível é maior que o espaço que ele teve para explorar e esta provém da história da biologia e da física. Neste texto ele dedicou-se a estudar a história de física, já que ele é formado em física e se acha mais abilitado neste assunto. Nesse sentido, compreendeu-se que a ciência nestetexto é como a “fecundidade potencial” de uma quantidade de novas pesquisas, tanto sociológicas como históricas. Ele se preocupou em estudar porque os cientistas se interessam por estudar as anomalias ou violações de espectativas .
Kuhn, argumentava que como pode os paradigmas serem discutidos e existirem dois ao mesmo tempo, mais propiamente no período pós-paradigmáticos. Para ele as condiçõesexternas podem ajudar e transformar uma simples anomalia numa fonte de crise aguda, também podem influenciar num quadro de alternativas propondo uma ou outra reforma revolucionária. Mostra o autor que as limitações de espaço afetaram o tratamento das implicações filosóficas da concepção de ciência historicamente orientada, pois este ensaio segundo ele é de tamanho reduzido e com isso algumas passagensque demonstrou ceticismo se dirigiu a atitudes filosóficas e não a expressões articuladas.
Ele refere-se aos colaboradores agradecendo-os e pedindo desculpas aqueles que não citou-o nome, mesmo que haja ideia de muitos neste texto. Ele refere-se a James B. Conant como introdutor do pensamento da história da ciência, James presidente da Universidade de Harvard teve papel crítico e participou de...
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